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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Secretário-geral diz que ação sobre minas é passo concreto na direção da paz

No Dia Internacional de Conscientização sobre os Perigos das Minas, secretário-geral da ONU pede apoios político e financeiro a todos os governos; ator Daniel Craig lembra objetivo de acabar com esta ameaça até 2025.


ONU

Esta quarta-feira, 4 de abril, é o Dia Internacional de Conscientização sobre os Perigos das Minas. Numa mensagem sobre o data, o secretário-geral da ONU disse que “neste mundo turbulento, a ação sobre minas é um passo concreto na direção da paz.”

Dia Internacional de Alerta e Ação sobre Minas | Unifil/Pasqual Gorriz

António Guterres pediu “a todos os governos que forneçam apoios político e financeiro para permitir que a ação contra minas continue, em todos os locais em que é necessária.”

Aumento

Na mensagem, Guterres disse que “um volume sem precedentes de minas terrestres e de armas por explodir contamina zonas rurais e urbanas, mutilando e matando civis inocentes muito tempo depois de os conflitos terminarem.”

O tema deste ano é “Fazendo avançar a Proteção, Paz e Desenvolvimento”. A ideia é destacar que os setores de manutenção de paz, desenvolvimento sustentável e ajuda humanitária acontecem em continuidade.

O secretário-geral explicou que “a ação sobre minas é vital” porque “estradas sem explosivos permitem que os soldados da paz patrulhem e protejam civis.” Além disso, “quando os campos estão limpos e as escolas e hospitais seguros, a vida normal pode recomeçar.”

O ator disse que “depois de duas décadas de diminuição constante do número de vítimas, os mortos ou feridos por explosivos saltaram para um máximo de 8,6 mil por ano – uma figura inimaginável e quase certamente abaixo da verdadeira.”

Segundo a Campanha Internacional para Banir Minas Terrestres, que é parceira da ONU, em 2016 morreram 2,089 pessoas devido a esse tipo de armamento. Este foi o número mais alto desde 1999.

Trabalho da ONU

O ator, mais conhecido pelo seu papel de James Bond nos filmes 007, afirmou que “as pessoas têm necessidade urgente de proteção de explosivos e do legado mortal que deixam atrás de si.”

Daniel Craig lembrou ainda o trabalho do Serviço de Ação de Minas da ONU, Unmas. Segundo ele, “seja removendo minas enterradas em Gaza, munições no Afeganistão, ou dispositivos improvisados no Iraque”, a agência da ONU “continua e vai continuar a fazer o seu incrível trabalho. ”

O britânico pediu ainda que as pessoas encontrem “uma forma de trabalhar juntas para erradicar este flagelo da guerra, e cumprir o objetivo de estar livre destas ameaças até 2025.”

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