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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Secretário-geral diz que ação sobre minas é passo concreto na direção da paz

No Dia Internacional de Conscientização sobre os Perigos das Minas, secretário-geral da ONU pede apoios político e financeiro a todos os governos; ator Daniel Craig lembra objetivo de acabar com esta ameaça até 2025.


ONU

Esta quarta-feira, 4 de abril, é o Dia Internacional de Conscientização sobre os Perigos das Minas. Numa mensagem sobre o data, o secretário-geral da ONU disse que “neste mundo turbulento, a ação sobre minas é um passo concreto na direção da paz.”

Dia Internacional de Alerta e Ação sobre Minas | Unifil/Pasqual Gorriz

António Guterres pediu “a todos os governos que forneçam apoios político e financeiro para permitir que a ação contra minas continue, em todos os locais em que é necessária.”

Aumento

Na mensagem, Guterres disse que “um volume sem precedentes de minas terrestres e de armas por explodir contamina zonas rurais e urbanas, mutilando e matando civis inocentes muito tempo depois de os conflitos terminarem.”

O tema deste ano é “Fazendo avançar a Proteção, Paz e Desenvolvimento”. A ideia é destacar que os setores de manutenção de paz, desenvolvimento sustentável e ajuda humanitária acontecem em continuidade.

O secretário-geral explicou que “a ação sobre minas é vital” porque “estradas sem explosivos permitem que os soldados da paz patrulhem e protejam civis.” Além disso, “quando os campos estão limpos e as escolas e hospitais seguros, a vida normal pode recomeçar.”

O ator disse que “depois de duas décadas de diminuição constante do número de vítimas, os mortos ou feridos por explosivos saltaram para um máximo de 8,6 mil por ano – uma figura inimaginável e quase certamente abaixo da verdadeira.”

Segundo a Campanha Internacional para Banir Minas Terrestres, que é parceira da ONU, em 2016 morreram 2,089 pessoas devido a esse tipo de armamento. Este foi o número mais alto desde 1999.

Trabalho da ONU

O ator, mais conhecido pelo seu papel de James Bond nos filmes 007, afirmou que “as pessoas têm necessidade urgente de proteção de explosivos e do legado mortal que deixam atrás de si.”

Daniel Craig lembrou ainda o trabalho do Serviço de Ação de Minas da ONU, Unmas. Segundo ele, “seja removendo minas enterradas em Gaza, munições no Afeganistão, ou dispositivos improvisados no Iraque”, a agência da ONU “continua e vai continuar a fazer o seu incrível trabalho. ”

O britânico pediu ainda que as pessoas encontrem “uma forma de trabalhar juntas para erradicar este flagelo da guerra, e cumprir o objetivo de estar livre destas ameaças até 2025.”

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