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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Sobe para 25 número de mortos em duplo atentado em Cabul

O número de mortos em um duplo atentado cometido nesta segunda-feira no centro de Cabul, capital do Afeganistão, já chegou a 25 pessoas, nove delas jornalistas, enquanto outras 49 ficaram feridas no ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico (EI).


EFE

Cabul - O porta-voz da Polícia local Hashmat Stanekzai, disse à Efe que um suicida detonou uma primeira bomba na sua motocicleta por volta das 8h (horário local, 0h30 em Brasília), na área de Shashdarak, no distrito policial número 9 da capital afegã.


EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID
EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID

"Confirmamos que o primeiro ataque foi um atentado suicida cometido por um agressor em uma motocicleta cheia de explosivos, nessa detonação morreram quatro civis", disse a fonte.

Os outros 21 morreram em uma segunda explosão ocorrida meia hora mais tarde, quando, segundo o porta-voz da Polícia, "um suicida que se disfarçou de jornalista com uma câmera na mão" explodiu uma carga de explosivos entre um grupo de civis e jornalistas que tinham ido para o local para cobrir o fato.

O Comitê para a Segurança dos Jornalistas Afegãos (AJSC, em inglês) disse que entre os mortos há nove jornalistas.

Stanekzai confirmou, por outro lado, a morte de quatro policiais que estavam isolando a área quando aconteceu a segunda explosão.

O EI reivindicou os atentados em mensagem na rede social Telegram assinalando que um primeiro terrorista detonou seu colete explosivo no prédio da Inteligência afegã e um segundo fez o mesmo na rua para surpreender as pessoas que tinham fugido do primeiro ataque e "fazê-los em pedaços".

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