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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Três palestinos são mortos por forças israelenses em Gaza

Número de mortos desde início da 'grande marcha do retorno', em 30 de março, já chega a 44. Mais de 300 pessoas foram hospitalizadas após serem atingidas por balas ou terem inalados gases lacrimogêneos nesta sexta-feira (27).


France Presse


Três palestinos foram mortos por tiros de soldados israelenses na Faixa de Gaza durante a quinta sexta-feira consecutiva de protestos ao longo da fronteira com Israel, informou o Ministério da Saúde de Gaza.

Palestinos carregam homem ferido durante confrontos com forças de segurança israelenses perto da fronteira com a Faixa de Gaza, na sexta-feira (27) (Foto: Mohammed Abed/AFP)
Palestinos carregam homem ferido durante confrontos com forças de segurança israelenses perto da fronteira com a Faixa de Gaza, na sexta-feira (27) (Foto: Mohammed Abed/AFP)

Mais de 300 pessoas foram hospitalizadas depois de terem sido alcançadas pelas balas ou ter inalado gases lacrimogêneos, anunciou a mesma fonte.

As mortes desses três homens eleva a 44 o número de palestinos mortos desde 30 de março, data do início do movimento de protesto chamado "a grande marcha do retorno".

Abdul Salam Al Bakr, de 29 anos, foi morto no leste de Khan Yunis, sul do enclave. Outros dois homens, cuja identidade não foi informada, morreram no leste desse território, situado entre Israel, Egito e o mar Mediterrâneo.

O protesto voltou a mobilizar milhares de palestinos nesta sexta-feira (27), em cinco pontos diferentes ao longo da fronteira, constataram os jornalistas da AFP.

A marcha reivindica o direito dos palestinos a regressar para as terras das quais foram expulsos ou de onde tiveram que fugir no momento da criação do Estado de Israel, em 1948.

A mobilização, que deve terminar em meados de maio, também denuncia o bloqueio imposto por Israel à Gaza para conter o movimento islâmico Hamas, que governa o enclave palestino.

O exército israelense afirmou em um comunicado que aproximadamente 10 mil palestinos participaram do que classificaram como "distúrbios".

"Foram realizados atentados para danificar infraestruturas de segurança, queimaram pneus, lançaram pedras e objetos em chamas".

Em resposta, diz o comunicado, "os soldados recorreram a meios antidistúrbios e dispararam de acordo com as normas".

A Anistia Internacional pediu nesta sexta-feira um embargo de armas contra Israel pelo uso de balas letais.

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