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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Trump agradece à China por "grande ajuda" na aproximação entre Coreias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu nesta sexta-feira ao presidente da China, Xi Jinping, pela "grande ajuda" para facilitar a aproximação entre as duas Coreias, sem a qual teria sido "um processo muito mais longo e duro".


EFE

Washington - "Por favor, não esqueçamos a grande ajuda que o meu bom amigo, o presidente Xi da China, deu aos EUA, particularmente na fronteira da Coreia do Norte", afirmou Trump em mensagem no Twitter.


EFE/Alex Edelman
Donald Trump | EFE/Alex Edelman

O presidente americano ressaltou que, "sem ele, teria sido um processo muito mais longo e duro".

O agradecimento de Trump chega em meio a crescentes tensões comerciais entre Washington e Pequim, e pouco depois de ser proclamado hoje o final da guerra da Coreia após a realização da histórica cúpula dos líderes das duas Coreias, Kim Jong-un e Moon Jae-in.

Kim e Moon selaram na quinta-feira um acordo para conseguir "a completa desnuclearização" da península e abrir uma nova era que ponha fim ao estado de guerra entre os dois países.

Em uma declaração conjunta após a cúpula realizada na fronteira intercoreana, Kim e Moon confirmaram "sua meta comum de conseguir uma península livre de armas nucleares através da completa desnuclearização".

Além disso, as duas Coreias "declaram o final dos 65 anos transcorridos desde o armistício" e apostam em substituir este por "um tratado de paz", em alusão à situação de conflito técnico em que o Norte com o Sul e EUA permanecem desde 1950.

Esta cúpula, a primeira realizada entre líderes das duas Coreias em 11 anos, representa uma importante mudança de rumo para a situação na península, marcada em 2017 pelos contínuos testes de armas do regime norte-coreano e suas trocas de ameaças com Trump.

De fato, Kim e Trump se comprometeram a realizar outra cúpula em maio ou junho para também abordar a desnuclearização de Pyongyang.

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