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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Trump agradece à China por "grande ajuda" na aproximação entre Coreias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu nesta sexta-feira ao presidente da China, Xi Jinping, pela "grande ajuda" para facilitar a aproximação entre as duas Coreias, sem a qual teria sido "um processo muito mais longo e duro".


EFE

Washington - "Por favor, não esqueçamos a grande ajuda que o meu bom amigo, o presidente Xi da China, deu aos EUA, particularmente na fronteira da Coreia do Norte", afirmou Trump em mensagem no Twitter.


EFE/Alex Edelman
Donald Trump | EFE/Alex Edelman

O presidente americano ressaltou que, "sem ele, teria sido um processo muito mais longo e duro".

O agradecimento de Trump chega em meio a crescentes tensões comerciais entre Washington e Pequim, e pouco depois de ser proclamado hoje o final da guerra da Coreia após a realização da histórica cúpula dos líderes das duas Coreias, Kim Jong-un e Moon Jae-in.

Kim e Moon selaram na quinta-feira um acordo para conseguir "a completa desnuclearização" da península e abrir uma nova era que ponha fim ao estado de guerra entre os dois países.

Em uma declaração conjunta após a cúpula realizada na fronteira intercoreana, Kim e Moon confirmaram "sua meta comum de conseguir uma península livre de armas nucleares através da completa desnuclearização".

Além disso, as duas Coreias "declaram o final dos 65 anos transcorridos desde o armistício" e apostam em substituir este por "um tratado de paz", em alusão à situação de conflito técnico em que o Norte com o Sul e EUA permanecem desde 1950.

Esta cúpula, a primeira realizada entre líderes das duas Coreias em 11 anos, representa uma importante mudança de rumo para a situação na península, marcada em 2017 pelos contínuos testes de armas do regime norte-coreano e suas trocas de ameaças com Trump.

De fato, Kim e Trump se comprometeram a realizar outra cúpula em maio ou junho para também abordar a desnuclearização de Pyongyang.

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