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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Trump agradece à China por "grande ajuda" na aproximação entre Coreias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu nesta sexta-feira ao presidente da China, Xi Jinping, pela "grande ajuda" para facilitar a aproximação entre as duas Coreias, sem a qual teria sido "um processo muito mais longo e duro".


EFE

Washington - "Por favor, não esqueçamos a grande ajuda que o meu bom amigo, o presidente Xi da China, deu aos EUA, particularmente na fronteira da Coreia do Norte", afirmou Trump em mensagem no Twitter.


EFE/Alex Edelman
Donald Trump | EFE/Alex Edelman

O presidente americano ressaltou que, "sem ele, teria sido um processo muito mais longo e duro".

O agradecimento de Trump chega em meio a crescentes tensões comerciais entre Washington e Pequim, e pouco depois de ser proclamado hoje o final da guerra da Coreia após a realização da histórica cúpula dos líderes das duas Coreias, Kim Jong-un e Moon Jae-in.

Kim e Moon selaram na quinta-feira um acordo para conseguir "a completa desnuclearização" da península e abrir uma nova era que ponha fim ao estado de guerra entre os dois países.

Em uma declaração conjunta após a cúpula realizada na fronteira intercoreana, Kim e Moon confirmaram "sua meta comum de conseguir uma península livre de armas nucleares através da completa desnuclearização".

Além disso, as duas Coreias "declaram o final dos 65 anos transcorridos desde o armistício" e apostam em substituir este por "um tratado de paz", em alusão à situação de conflito técnico em que o Norte com o Sul e EUA permanecem desde 1950.

Esta cúpula, a primeira realizada entre líderes das duas Coreias em 11 anos, representa uma importante mudança de rumo para a situação na península, marcada em 2017 pelos contínuos testes de armas do regime norte-coreano e suas trocas de ameaças com Trump.

De fato, Kim e Trump se comprometeram a realizar outra cúpula em maio ou junho para também abordar a desnuclearização de Pyongyang.

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