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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Trump ordenou ataques aéreos contra Síria

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sexta-feira que deu ordens para ataques aéreos de precisão na Síria.


Sputnik

"Uma operação combinada com as forças armadas da França e do Reino Unido está em andamento", disse o presidente Trump em rede nacional na noite desta sexta-feira.


Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa em Ohio, em 29 de março de 2018
Donald Trump © AP Photo / Pablo Martinez Monsivais

"Estamos preparados para sustentar essa resposta" até Assad interromper o uso de armas químicas, disse Trump, mas "a América não busca presença indefinida na Síria, sob nenhuma circunstância".

"O destino da região está nas mãos de seu próprio povo", disse o presidente norte-americano.

Segundo ele, os ataques são um "resultado direto" da incapacidade da Rússia de impedir Assad de usar armas químicas, que ele comparou a "crimes de um monstro".

"O presidente Trump aprovou ataques militares dos EUA na Síria", disse o repórter do Pentágono, Lucas Tomlinson, citando um funcionário do governo.

EUA, Reino Unido e França prometeram esta semana uma "resposta internacional" contra o presidente sírio, Bashar Assad, pelo suposto uso de armas químicas em Douma.

As defesas aéreas sírias foram ativadas e "explosões" foram ouvidas em Damasco.

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