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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Trump ordenou ataques aéreos contra Síria

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sexta-feira que deu ordens para ataques aéreos de precisão na Síria.


Sputnik

"Uma operação combinada com as forças armadas da França e do Reino Unido está em andamento", disse o presidente Trump em rede nacional na noite desta sexta-feira.


Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa em Ohio, em 29 de março de 2018
Donald Trump © AP Photo / Pablo Martinez Monsivais

"Estamos preparados para sustentar essa resposta" até Assad interromper o uso de armas químicas, disse Trump, mas "a América não busca presença indefinida na Síria, sob nenhuma circunstância".

"O destino da região está nas mãos de seu próprio povo", disse o presidente norte-americano.

Segundo ele, os ataques são um "resultado direto" da incapacidade da Rússia de impedir Assad de usar armas químicas, que ele comparou a "crimes de um monstro".

"O presidente Trump aprovou ataques militares dos EUA na Síria", disse o repórter do Pentágono, Lucas Tomlinson, citando um funcionário do governo.

EUA, Reino Unido e França prometeram esta semana uma "resposta internacional" contra o presidente sírio, Bashar Assad, pelo suposto uso de armas químicas em Douma.

As defesas aéreas sírias foram ativadas e "explosões" foram ouvidas em Damasco.

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