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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Trump responsabiliza Putin e Irã por ataque em Duma

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou diretamente neste domingo o governante russo, Vladimir Putin, e o Irã pelo suposto ataque químico ocorrido no último sábado na cidade síria de Duma, por apoiarem o governo de Bashar al Assad.


EFE

Washington - "Muitos mortos, incluindo mulheres e crianças, em um ataque químico sem sentido na Síria. A área de atrocidades está bloqueada e cercada pelo exército sírio, por isso é completamente inacessível para o mundo exterior. O presidente Putin, a Rússia e o Irã são responsáveis por apoiarem o animal Assad", disse o republicano na rede social Twitter.


EFE/MICHAEL REYNOLDS
Donald Trump | EFE/MICHAEL REYNOLDS

Na noite anterior, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, pediu à Rússia que pare de apoiar o governo sírio e colabore com a comunidade internacional para buscar uma saída para o conflito.

"A proteção do regime de Assad por parte da Rússia e a sua incapacidade para deter o uso de armas químicas na Síria questiona o seu compromisso de resolver a crise global e as maiores prioridades de não proliferação", afirmou a porta-voz.

"A Rússia, com o seu inquebrantável apoio ao regime, em última instância é responsável por esses brutais ataques, dirigidos contra inúmeros civis, e pela asfixia das comunidades mais vulneráveis da Síria com armas químicas", acrescentou.

O governo americano monitora de perto as informações sobre o suposto ataque a um hospital em Duma, onde, sem detalhar o número de mortos, reconheceu que pode haver "um número potencialmente alto de vítimas".

"Se forem confirmados esses relatos horríveis, isso exige uma resposta imediata da comunidade internacional", comentou a porta-voz.

Nauert insistiu que o histórico de Assad com o uso de armas químicas contra o próprio povo "não está em discussão" e lembrou que, há um ano, as forças do governo sírio fizeram um ataque com gás sarin que matou aproximadamente 100 sírios.

Naquela ocasião, o governo de Donald Trump respondeu com bombardeios sobre a base aérea síria de onde o ataque havia sido orquestrado.

A Defesa Civil síria e ONGs denunciaram que as forças leais ao presidente realizaram no sábado um ataque químico em Duma que causou a morte de pelo menos 42 civis e afetou outros 500.

Tanto as autoridades sírias como a Rússia negaram de maneira contundente o uso de armas químicas nos bombardeios de Duma e nenhuma outra fonte independente a confirmou.

Duma é a última cidade de Ghouta Oriental que continua em poder dos rebeldes, após as autoridades terem retomado o restante da região, em alguns casos por meio das armas e em outros em virtude de acordos assinados com os grupos rebeldes, que na prática equivalem a uma rendição.

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