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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Turquia acusa Assad de usar armas químicas e exige que deixe o poder

O ministro de Relações Exteriores da Turquia, Mevlüt Çavusoglu, acusou nesta quarta-feira o regime sírio de usar armas químicas e exigiu que seu líder, Bashar Al-Assad, que deixe o poder para iniciar um processo político no país árabe.


EFE

"O regime de Assad deve deixar o governo da Síria. Não é a primeira vez que usa armas químicas. Matou cerca de um milhão de pessoas com seus bombardeios. É necessário passar para um processo político", disse Çavusoglu durante um discurso em Ancara.


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Ministro de Relações Exteriores da Turquia, Mevlüt Çavusoglu | Reprodução

O chefe da diplomacia turca fez assim referência ao suposto ataque com armas químicas contra a população da localidade de Duma em Ghouta Oriental, perto de Damasco, no sábado.

O Ministério de Relações Exteriores turco já condenou o ataque "taxativamente" no domingo, apontando que havia "fortes suspeitas" de que tivesse sido perpetrado pelo regime de Assad.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, no entanto, foi mais cauteloso ontem ao condenar o massacre e dizer que seus responsáveis "pagarão um alto preço, seja quem forem", sem atribui-la a nenhum esquadrão.

Após a reunião trilateral, realizada no começo do mês em Ancara com os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e do Irã, Hassan Rohani, ambos apoiadores do regime sírio, Erdogan tinha feito referência ao papel de Assad em um futuro processo de paz.

Çavusoglu tirou hoje ferro às exortações de Moscou que Ancara entregasse ao regime sírio o cantão de Afrín que, no noroeste da Síria e povoado majoritariamente por curdos, foi conquistado pelo Exército turco em uma ofensiva desdobrada entre janeiro e março passados.

"A operação em Afrin está sendo feita em cooperação com a Rússia. Não estamos pechinchando nada. Havia observadores russos ali; pedimos que fossem para que não ocorresse nenhum acidente, e foram. Usamos o espaço aéreo (da Síria, sob controle russo)", lembrou o ministro.

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