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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Ucrânia ameaça 'guerra total' com a Rússia se trânsito de gás for interrompido

A Ucrânia alertou a Rússia sobre "consequências geopolíticas" se a companhia russa Gazprom cessar o trânsito de gás pelo território ucraniano.


Sputnik

"Se não houver trânsito pelo território da Ucrânia, a probabilidade de um conflito em grande escala entre a Rússia e a Ucrânia também está aumentando", disse o diretor comercial da Naftogaz, Yuri Vitrenko, ao site 112.

Uma das usina da Gazprom, foto de arquivo
Usina da Gazprom © Sputnik / Ivan Rudnev

"Os políticos europeus precisam entender não apenas as consequências econômicas para a Ucrânia, mas também as consequências geopolíticas para o mundo inteiro", acrescentou o dirigente da principal empresa de gás da Ucrânia.

O contrato de trânsito de gás entre Kiev e Moscou expira em 2019. A Gazprom disse na terça-feira que o contrato não será prorrogado sob quaisquer circunstâncias. A empresa acrescentou que o trânsito de gás pode permanecer, mas somente se a Ucrânia fornecer as condições necessárias para isso.

"Agora a bola está do lado ucraniano. Deve justificar a atratividade econômica e a possibilidade de transitar pela Ucrânia", justificou o vice-presidente do Comitê de Gestão da Gazprom, Aleksandr Medvedev.

A Rússia quer cortar significativamente o seu trânsito de gás através da Ucrânia e redirecioná-lo através da extensão do atual gasoduto Nord Stream da Rússia para a Alemanha sob o Mar Báltico.

Moscou diz que Kiev provou ser um parceiro não confiável nos trânsitos de gás ao longo dos anos. Parte do gás para a Europa também pode ir através do gasoduto Turkish Stream, atualmente em construção.

Quando os dois oleodutos estiverem concluídos, o trânsito pela Ucrânia deverá cair mais de 80%, segundo o CEO da Gazprom, Aleksey Miller. Ele acrescentou que a Gazprom não pretende ajudar os países vizinhos a restaurar suas economias às suas próprias custas.

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