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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Venezuela começará a produzir fuzis Kalashnikov em 2019

Acordo foi assinado ainda em 2006 por Hugo Chavez, mas obras para construção de planta foram interrompidas em 2014.


Maria Aleksandrova | Russia Beyond

A Venezuela construirá uma fábrica de fuzis russos Kalashnikov que começará a funcionar em 2019, declarou o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, após encontro com seu homólogo russo, Serguêi Choigu.


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Kalashnikov  AK-103 | Reprodução

“Estamos monitorando constantemente o trabalho. Esta fábrica tem importância estratégica para a independência da Venezuela e de suas Forças Armadas", disse Padrino López, segundo noticiado pela agência de notícias russa Interfax.

A Venezuela está interessada no desenvolvimento da cooperação técnico-militar com a Rússia. "Discutimos alguns problemas e queremos aprofundar a cooperação, inclusive em questões operacionais", declarou o chefe da pasta venezuelana.

O acordo para a construção da fábrica da Kalashnikov foi assinado em 2006 para produzir fuzis AK-103 e munições em Maracay, no Estado de Aragua, e foi promovido por Hugo Chaves, que afirmou então querer usar os armamentos para “proteger todas as ruas, becos e cantos”, do país.

No entanto, a construção da fábrica enfrentou vários problemas e atrasos. Em 2014, as obras foram suspensas devido a uma fraude da empresa responsável. A construção foi retomada apenas em 2016. Em 2007, a Venezuela adquiriu 100 mil novos fuzis Ak-103.

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