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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Venezuela começará a produzir fuzis Kalashnikov em 2019

Acordo foi assinado ainda em 2006 por Hugo Chavez, mas obras para construção de planta foram interrompidas em 2014.


Maria Aleksandrova | Russia Beyond

A Venezuela construirá uma fábrica de fuzis russos Kalashnikov que começará a funcionar em 2019, declarou o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, após encontro com seu homólogo russo, Serguêi Choigu.


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Kalashnikov  AK-103 | Reprodução

“Estamos monitorando constantemente o trabalho. Esta fábrica tem importância estratégica para a independência da Venezuela e de suas Forças Armadas", disse Padrino López, segundo noticiado pela agência de notícias russa Interfax.

A Venezuela está interessada no desenvolvimento da cooperação técnico-militar com a Rússia. "Discutimos alguns problemas e queremos aprofundar a cooperação, inclusive em questões operacionais", declarou o chefe da pasta venezuelana.

O acordo para a construção da fábrica da Kalashnikov foi assinado em 2006 para produzir fuzis AK-103 e munições em Maracay, no Estado de Aragua, e foi promovido por Hugo Chaves, que afirmou então querer usar os armamentos para “proteger todas as ruas, becos e cantos”, do país.

No entanto, a construção da fábrica enfrentou vários problemas e atrasos. Em 2014, as obras foram suspensas devido a uma fraude da empresa responsável. A construção foi retomada apenas em 2016. Em 2007, a Venezuela adquiriu 100 mil novos fuzis Ak-103.

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