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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Venezuela começará a produzir fuzis Kalashnikov em 2019

Acordo foi assinado ainda em 2006 por Hugo Chavez, mas obras para construção de planta foram interrompidas em 2014.


Maria Aleksandrova | Russia Beyond

A Venezuela construirá uma fábrica de fuzis russos Kalashnikov que começará a funcionar em 2019, declarou o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, após encontro com seu homólogo russo, Serguêi Choigu.


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Kalashnikov  AK-103 | Reprodução

“Estamos monitorando constantemente o trabalho. Esta fábrica tem importância estratégica para a independência da Venezuela e de suas Forças Armadas", disse Padrino López, segundo noticiado pela agência de notícias russa Interfax.

A Venezuela está interessada no desenvolvimento da cooperação técnico-militar com a Rússia. "Discutimos alguns problemas e queremos aprofundar a cooperação, inclusive em questões operacionais", declarou o chefe da pasta venezuelana.

O acordo para a construção da fábrica da Kalashnikov foi assinado em 2006 para produzir fuzis AK-103 e munições em Maracay, no Estado de Aragua, e foi promovido por Hugo Chaves, que afirmou então querer usar os armamentos para “proteger todas as ruas, becos e cantos”, do país.

No entanto, a construção da fábrica enfrentou vários problemas e atrasos. Em 2014, as obras foram suspensas devido a uma fraude da empresa responsável. A construção foi retomada apenas em 2016. Em 2007, a Venezuela adquiriu 100 mil novos fuzis Ak-103.

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