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OTAN se prepara para maiores exercícios militares desde 2002

A OTAN está se preparando para realizar seus maiores exercícios militares desde 2002. Trata-se dos Trident Juncture 2018, dos quais participarão mais de 40.000 militares de 30 países membros e parceiros da OTAN.
Sputnik

A fase principal das manobras irá ser realizada entre os dias 25 de outubro e 7 de novembro, na Noruega e áreas vizinhas, com exercícios preliminares nas águas ao largo da costa da Islândia de 15 a 17 de outubro.

Defender-se contra 'qualquer ameaça em qualquer momento'

O objetivo dos exercícios é a dissuasão e defesa contra "qualquer ameaça, de qualquer lugar e em qualquer momento", explicou nesta semana o almirante da Marinha dos EUA a jornalistas em Bruxelas, James G. Foggo III, comandante dos exercícios.

O militar revelou que os Trident Juncture mostram que a OTAN está unida e pronta para se defender valendo-se da defesa coletiva. Neste sentido, o cenário dos exercícios inclui uma violação da soberania de um aliado da OTAN, neste caso da Noruega.

Ao mesm…

Venezuela começará a produzir fuzis Kalashnikov em 2019

Acordo foi assinado ainda em 2006 por Hugo Chavez, mas obras para construção de planta foram interrompidas em 2014.


Maria Aleksandrova | Russia Beyond

A Venezuela construirá uma fábrica de fuzis russos Kalashnikov que começará a funcionar em 2019, declarou o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, após encontro com seu homólogo russo, Serguêi Choigu.


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Kalashnikov  AK-103 | Reprodução

“Estamos monitorando constantemente o trabalho. Esta fábrica tem importância estratégica para a independência da Venezuela e de suas Forças Armadas", disse Padrino López, segundo noticiado pela agência de notícias russa Interfax.

A Venezuela está interessada no desenvolvimento da cooperação técnico-militar com a Rússia. "Discutimos alguns problemas e queremos aprofundar a cooperação, inclusive em questões operacionais", declarou o chefe da pasta venezuelana.

O acordo para a construção da fábrica da Kalashnikov foi assinado em 2006 para produzir fuzis AK-103 e munições em Maracay, no Estado de Aragua, e foi promovido por Hugo Chaves, que afirmou então querer usar os armamentos para “proteger todas as ruas, becos e cantos”, do país.

No entanto, a construção da fábrica enfrentou vários problemas e atrasos. Em 2014, as obras foram suspensas devido a uma fraude da empresa responsável. A construção foi retomada apenas em 2016. Em 2007, a Venezuela adquiriu 100 mil novos fuzis Ak-103.

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