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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Vladimir Putin e Emmanuel Macron defendem manutenção de acordo nuclear iraniano

Comunicado foi divulgado após Macron telefonar para Putin e informá-lo sobre encontro com o presidente americano Donald Trump na última semana.


France Presse


Vladimir Putin e Emmanuel Macron defenderam nesta segunda-feira (30) a manutenção e "estrita aplicação" do acordo nuclear iraniano, segundo o Kremlin.

Emmanuel Macron e Vladimir Putin durante encontro no Castelo de Versailles, em 2016 (Foto: REUTERS/Alexander Zemlianichenko/Pool)
Emmanuel Macron e Vladimir Putin durante encontro no Castelo de Versailles, em 2016 (Foto: REUTERS/Alexander Zemlianichenko/Pool)

"Os presidentes da Rússia e da França se pronunciaram a favor de manter e aplicar estritamente" o acordo de 2015, anunciou o Kremlin em um comunicado, divulgado depois que Emmanuel Macron telefonou a Vladimir Putin para informá-lo de seu encontro na semana passada nos Estados Unidos com o presidente americano Donald Trump.

O presidente americano deve anunciar até 12 de maio se, como prometeu, "rasgará" este texto assinado em julho de 2015 pelo Irã e seis grandes potências após duras negociações.

Seu conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, afirmou no domingo que Trump ainda não havia tomado uma decisão.

Ele acrescentou que o presidente estava considerando a proposta de seu colega francês de abrir negociações para um novo acordo ampliado.

Macron propôs a Trump preservar o acordo original que se tornaria o primeiro dos "quatro pilares" de um texto futuro.

Os outros "pilares" dizem respeito ao período pós-2025, quando certas cláusulas relativas às atividades nucleares vão expirar, mas também aos mísseis balísticos de Teerã e ao seu papel considerado "desestabilizador" na região. A Rússia declarou que não via "alternativa" ao acordo.

O presidente iraniano, Hassan Rohani, ressaltou no domingo que seu país não aceitaria "qualquer restrição além de seus compromissos atuais".

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