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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Vladimir Putin e Emmanuel Macron defendem manutenção de acordo nuclear iraniano

Comunicado foi divulgado após Macron telefonar para Putin e informá-lo sobre encontro com o presidente americano Donald Trump na última semana.


France Presse


Vladimir Putin e Emmanuel Macron defenderam nesta segunda-feira (30) a manutenção e "estrita aplicação" do acordo nuclear iraniano, segundo o Kremlin.

Emmanuel Macron e Vladimir Putin durante encontro no Castelo de Versailles, em 2016 (Foto: REUTERS/Alexander Zemlianichenko/Pool)
Emmanuel Macron e Vladimir Putin durante encontro no Castelo de Versailles, em 2016 (Foto: REUTERS/Alexander Zemlianichenko/Pool)

"Os presidentes da Rússia e da França se pronunciaram a favor de manter e aplicar estritamente" o acordo de 2015, anunciou o Kremlin em um comunicado, divulgado depois que Emmanuel Macron telefonou a Vladimir Putin para informá-lo de seu encontro na semana passada nos Estados Unidos com o presidente americano Donald Trump.

O presidente americano deve anunciar até 12 de maio se, como prometeu, "rasgará" este texto assinado em julho de 2015 pelo Irã e seis grandes potências após duras negociações.

Seu conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, afirmou no domingo que Trump ainda não havia tomado uma decisão.

Ele acrescentou que o presidente estava considerando a proposta de seu colega francês de abrir negociações para um novo acordo ampliado.

Macron propôs a Trump preservar o acordo original que se tornaria o primeiro dos "quatro pilares" de um texto futuro.

Os outros "pilares" dizem respeito ao período pós-2025, quando certas cláusulas relativas às atividades nucleares vão expirar, mas também aos mísseis balísticos de Teerã e ao seu papel considerado "desestabilizador" na região. A Rússia declarou que não via "alternativa" ao acordo.

O presidente iraniano, Hassan Rohani, ressaltou no domingo que seu país não aceitaria "qualquer restrição além de seus compromissos atuais".

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