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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Washington bloqueia declaração da ONU sobre investigação da violência na Faixa de Gaza

Os EUA bloquearam novamente o projeto de declaração do Conselho de Segurança da ONU que pede uma investigação independente após a situação na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza se ter agravado drasticamente, comunicou aos jornalistas o embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour.


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"É bastante lamentável que há pouco um dos 15 países se tenha expressado contra, embora 14 países estivessem prontos para aceitar a declaração. É muito irresponsável e insensível por parte da delegação dos EUA", afirmou Mansour.


Manifestantes palestinos na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza
Fronteira da Faixa de Gaza e Israel © AFP 2018/ Said Khatib

O embaixador da Palestina acrescentou que tais decisões de Washington permitem ao exército israelense continuar a "pressão" contra os civis palestinos.

Por sua vez, o representante permanente de Israel na ONU, Danny Danon, afirmou que o Conselho de Segurança "deve condenar o Hamas, que utiliza crianças como escudo, pondo em risco as suas vidas, bem como acabar com as provocações, que contribuem para as tensões e a violência".

Nesta sexta-feira (6), na Faixa de Gaza tiveram lugar confrontos durante a Grande Marcha do Retorno — uma série de protestos anti-israelenses. Os manifestantes exigem o direito de regresso dos refugiados aos lares que abandonaram após a criação de Israel, em 1948.

O exército israelense utilizou armas contra os participantes mais agressivos, o que resultou em, ao menos, 10 mortos entre os manifestantes.

No primeiro dia dos protestos, que começaram em 30 de março, os manifestantes sofreram 21 mortos e mais de 800 feridos, tornando este dia do confronto palestino-israelense no mais sangrento desde o verão de 2014.


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