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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Washington bloqueia declaração da ONU sobre investigação da violência na Faixa de Gaza

Os EUA bloquearam novamente o projeto de declaração do Conselho de Segurança da ONU que pede uma investigação independente após a situação na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza se ter agravado drasticamente, comunicou aos jornalistas o embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour.


Sputnik

"É bastante lamentável que há pouco um dos 15 países se tenha expressado contra, embora 14 países estivessem prontos para aceitar a declaração. É muito irresponsável e insensível por parte da delegação dos EUA", afirmou Mansour.


Manifestantes palestinos na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza
Fronteira da Faixa de Gaza e Israel © AFP 2018/ Said Khatib

O embaixador da Palestina acrescentou que tais decisões de Washington permitem ao exército israelense continuar a "pressão" contra os civis palestinos.

Por sua vez, o representante permanente de Israel na ONU, Danny Danon, afirmou que o Conselho de Segurança "deve condenar o Hamas, que utiliza crianças como escudo, pondo em risco as suas vidas, bem como acabar com as provocações, que contribuem para as tensões e a violência".

Nesta sexta-feira (6), na Faixa de Gaza tiveram lugar confrontos durante a Grande Marcha do Retorno — uma série de protestos anti-israelenses. Os manifestantes exigem o direito de regresso dos refugiados aos lares que abandonaram após a criação de Israel, em 1948.

O exército israelense utilizou armas contra os participantes mais agressivos, o que resultou em, ao menos, 10 mortos entre os manifestantes.

No primeiro dia dos protestos, que começaram em 30 de março, os manifestantes sofreram 21 mortos e mais de 800 feridos, tornando este dia do confronto palestino-israelense no mais sangrento desde o verão de 2014.


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