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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Ações dos EUA e dos israelenses não ficarão sem resposta: Presidente do Parlamento do Irã

O presidente do Parlamento iraniano disse que os esforços dos EUA e de Israel para destruir um acordo nuclear de 2015 com Teerã e transferir a embaixada americana em Tel Aviv para os territórios palestinos ocupados não ficarão sem resposta.


Pars Today

O alerta de Ali Larijani na segunda-feira durante uma reunião de emergência em Teerã do Comitê Permanente da Palestina por membros da União Inter-Parlamentar de Países Islâmicos aconteceu enquanto os EUA se preparavam para abrir sua embaixada em Jerusalém, Al Quds. 

Reprodução

O presidente Donald Trump anunciou na terça-feira à decisão dos EUA de se retirar do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA) e reimpor as sanções à República Islâmica. Em dezembro passado, o líder norte-americano também disse que Washington decidiu reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir sua embaixada de Tel Aviv.

Larijani disse: "A América entrou em uma crise de tomada de decisão estratégica que olha para a arena internacional de forma imatura e aventureira". Ele disse que Trump é "débil mental" e não tem "o poder do julgamento e percepção em longo prazo" sobre as consequências das medidas que toma. "Essas medidas, que são de fato o resultado da fraqueza mental dos estadistas americanos, estão causando tensões no mundo, e os Estados Unidos e o regime sionista devem saber que logo verão o resultado de suas ações", disse ele.

Larijani afirmou também: "O regime sionista e os Estados Unidos são a causa da insegurança no mundo e não estão comprometidos com nenhuma obrigação". O porta-voz mencionou a decisão dos EUA de transferir sua embaixada para Jerusalém, dizendo que a ocasião é "uma grande oportunidade para o mundo tomar uma decisão séria e prática com unidade e empatia contra a decisão imprudente e errada de Trump".

Ele disse que os retrocessos militares de Israel nas últimas duas décadas, inclusive durante os 33 dias de guerra em Gaza, colocaram a estratégia de segurança do regime em confusão. "O regime sionista se depara com métodos modernos de resistência e uma ruptura no apoio de seus patrocinadores e as manifestações da “Marcha de Retorno” afligiram o regime com preocupações existenciais", disse Larijani.

O chefe da Legislação iraniana pediu uma "reação imediata" dos palestinos, dos países islâmicos e da comunidade internacional - incluindo boicotes e denúncias oficiais às Nações Unidas. Ele disse que a resistência palestina protegeu outros estados árabes de novas agressões israelenses. "Se essa resistência não existisse, o regime sionista causaria problemas para outros países árabes".

"Hoje, a nação palestina oprimida precisa de apoio e assistência dos países islâmicos mais do que em qualquer outro momento, porque foi ela que sofreu todos os custos que os países da região deveriam pagar", disse Larijani.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã também emitiu um comunicado em que avisou sobre as consequências da abertura da embaixada dos EUA em Al-Quds. A medida, segundo o comunicado, "apenas fortalecerá a determinação da nação palestina oprimida em enfrentar e resistir à ocupação, e intensificar indubitavelmente os movimentos anti-sionistas e anti-EUA na região e em todo o mundo e aumentar a resistência nos territórios ocupados".

A declaração também pediu às nações e governos islâmicos "que permaneçam vigilantes diante de conspirações traçadas pelo regime sionista e seus aliados para semear discórdia dentro da comunidade islâmica e consignar ao esquecimento a questão-chave da Palestina".

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