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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

'Aluvião de projéteis' da Faixa de Gaza ativa sirenes de alarme israelenses (VÍDEO)

Nos conselhos regionais israelenses de Eshkol, Sha'ar HaNegev e Sdot Negev, que fazem fronteira com a Faixa de Gaza, foram ativadas sirenes de alarme após um "aluvião de projéteis". As Forças de Defesa de Israel assinalaram que 25 projéteis de morteiro foram lançados de Gaza.


Sputnik

A maior parte dos projéteis foi interceptada pelo sistema de defesa antiaérea Cúpula de Ferro (Iron Dome).

Vários foguetes lançados de Gaza em direção a Israel; sistema de defesa domo de ferro interceptou vários dos foguetes

De acordo o canal i24News, um dos projéteis caiu no pátio de um jardim de infância. Felizmente, no estabelecimento de ensino não havia crianças, já que o ataque ocorreu antes de sua abertura.

Ao menos dois projéteis atingiram áreas abertas em um dos locais do Conselho Regional de Eshkol, onde tampouco foram reportados vítimas ou danos materiais. Mais tarde, as sirenes foram ativadas novamente duas vezes em Eshkol depois do lançamento de outros projéteis de morteiro contra o território israelense.

As Forças de Defesa israelenses acreditam que os ataques podem ter sido organizados pelo grupo radical Jihad Islâmica Palestina, que estaria querendo vingar a morte de três membros assassinados no domingo (27), depois de as forças israelenses terem aberto fogo de artilharia em resposta à detonação de um artefato explosivo na área fronteiriça.

Segundo informações recentes, o exército israelense contra-atacou com fogo de artilharia as posições do movimento palestino Hamas, porém, estes dados ainda não foram confirmados oficialmente.

Ao longo das últimas semanas têm sido reportados numerosos incidentes na Faixa de Gaza, onde desde o fim de março os palestinos estão levando a cabo a Grande Marcha de Retorno, reivindicando seu direito de regressar às terras de onde foram expulsos.

Desde 14 de maio, os distúrbios se intensificaram com a abertura da embaixada dos EUA em Jerusalém, ato que provocou forte indignação entre palestinos e todo o mundo árabe. O número de mortos no conflito atingiu 61 pessoas, todas do lado árabe.

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