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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Ameaça à paz': Venezuela condena aliança da Colômbia com OTAN

O governo da Venezuela expressou neste sábado sua rejeição categórica da adesão colombiana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).


Sputnik

Depois do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ter anunciado sua viagem à Bélgica, a ser realizada semana que vem, para finalizar a adesão de seu país na qualidade de "parceiro global" da OTAN, o ministério das Relações Exteriores da Venezuela divulgou um comunicado, classificando o fato como "um seria uma ameaça à paz e estabilidade regional".

Logo da OTAN (foto de arquivo)
© AFP 2018 / Paul J. Richards

Para a administração do presidente Nicolás Maduro, a Colômbia se presta a introduzir na região "uma aliança militar externa com capacidade nuclear", que em sua opinião põe em perigo a "posição histórica" ​​da América Latina e do Caribe "de tomar a devida distância das políticas e ações de belicismo realizadas pela Aliança Atlântica ou qualquer outro exército que use a força" para impor e garantir a "hegemonia de um modelo político e econômico particular".

Segundo Caracas, Bogotá deve "cumprir as obrigações internacionais" decorrentes da assinatura de acordos com organizações regionais, como a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade de Estados da América Latina e das Caraíbas (CELAC), que oferecem mecanismos para "garantir a paz e a solução pacífica de conflitos".

O comunicado ressaltou que a Colômbia é signatária do "Tratado de Tlatelolco para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe, a Declaração de Havana da CELAC, que proclama a América Latina e o Caribe são zona de paz, bem como a declaração da América do Sul como zona de paz e construção de medidas de confiança e segurança, aprovado no âmbito do Conselho de Defesa sul-americano de Procedimentos da Unasul".

Segundo Venezuela, a cooperação da Colômbia com a OTAN é uma ameaça que poderia "intimidar os povos da América Latina e do Caribe".

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