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Caças japoneses levantam voo para escoltar aviões antissubmarino russos

Caças japoneses levantaram voo na quinta-feira (18) após alerta para escoltar aviões antissubmarino russos Il-38 que haviam se aproximado da fronteira do Japão, informou o Estado-Maior Conjunto das Forças de Autodefesa do país.
Sputnik

Segundo o comunicado, os aviões russos sobrevoaram a costa ocidental do Japão sem violar espaço aéreo.


Esta não foi a primeira vez que o Japão escoltou aviões russos. Em 19 de setembro, Tóquio afirmou ter ocorrido um caso semelhante com caças Su-27 e Su-24 e com mais um avião não identificado "supostamente russo". No início de setembro, o Estado-Maior Conjunto relatou a aproximação entre quatro caças nipônicos, dois Tu-142 e um Su-24 russos.

Anteriormente, Moscou avisou Tóquio sobre manobras de lançamentos de mísseis na área da ilha Iturup, arquipélago das ilhas Curilas, no fim de outubro. Devido a isso, o Japão apresentou um protesto por duas vezes.

'Ameaça à paz': Venezuela condena aliança da Colômbia com OTAN

O governo da Venezuela expressou neste sábado sua rejeição categórica da adesão colombiana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).


Sputnik

Depois do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ter anunciado sua viagem à Bélgica, a ser realizada semana que vem, para finalizar a adesão de seu país na qualidade de "parceiro global" da OTAN, o ministério das Relações Exteriores da Venezuela divulgou um comunicado, classificando o fato como "um seria uma ameaça à paz e estabilidade regional".

Logo da OTAN (foto de arquivo)
© AFP 2018 / Paul J. Richards

Para a administração do presidente Nicolás Maduro, a Colômbia se presta a introduzir na região "uma aliança militar externa com capacidade nuclear", que em sua opinião põe em perigo a "posição histórica" ​​da América Latina e do Caribe "de tomar a devida distância das políticas e ações de belicismo realizadas pela Aliança Atlântica ou qualquer outro exército que use a força" para impor e garantir a "hegemonia de um modelo político e econômico particular".

Segundo Caracas, Bogotá deve "cumprir as obrigações internacionais" decorrentes da assinatura de acordos com organizações regionais, como a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade de Estados da América Latina e das Caraíbas (CELAC), que oferecem mecanismos para "garantir a paz e a solução pacífica de conflitos".

O comunicado ressaltou que a Colômbia é signatária do "Tratado de Tlatelolco para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe, a Declaração de Havana da CELAC, que proclama a América Latina e o Caribe são zona de paz, bem como a declaração da América do Sul como zona de paz e construção de medidas de confiança e segurança, aprovado no âmbito do Conselho de Defesa sul-americano de Procedimentos da Unasul".

Segundo Venezuela, a cooperação da Colômbia com a OTAN é uma ameaça que poderia "intimidar os povos da América Latina e do Caribe".

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