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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Amnistia Internacional denuncia ''violação abjeta'' dos Direitos Humanos em Gaza

A Amnistia Internacional (AI) denunciou esta segunda-feira a "violação abjeta" dos direitos humanos e de "crimes de guerra em Gaza, onde 37 palestinianos foram mortos pelo exército israelita quando se manifestavam contra a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém.


Lusa

"Assistimos a uma violação abjeta do direito internacional e dos direitos humanos em Gaza, pelo que exigimos que se pare imediatamente" com os ataques, lê-se na conta daquela organização não governamental na rede social Twitter.


ADEL HANA

Os violentos confrontos registados hoje na Faixa de Gaza entre manifestantes palestinianos e soldados israelitas provocaram 37 mortos e centenas de feridos.

Os palestinianos protestavam contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém.

Saudada como "histórica" por Israel, a promessa feita pelo presidente norte-americano, Donald Trump, foi entendida como um desafio à comunidade internacional num momento de grande inquietação no processo de estabilização regional.

A jornada de festividades israelitas e norte-americanas tornou-se, hoje, um dos dias mais mortíferos do conflito israelo-palestiniano desde a guerra de 2014 na faixa de Gaza.

"É mais um exemplo horrível do recurso excessivo da força e do uso de balas reais de uma forma totalmente deplorável pelo exército israelita", denunciou, já em comunicado, o responsável da AI para o Médio Oriente e África do Norte, Philip Luther.

"É uma violação às regras internacionais, que equivalem, em certos casos, a homicídios intencionais, o que constituo crime de guerra. As autoridades israelitas devem conter o exército para evitar outras perdas humanas e ferimentos graves noutras", pediu.

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