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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Amnistia Internacional denuncia ''violação abjeta'' dos Direitos Humanos em Gaza

A Amnistia Internacional (AI) denunciou esta segunda-feira a "violação abjeta" dos direitos humanos e de "crimes de guerra em Gaza, onde 37 palestinianos foram mortos pelo exército israelita quando se manifestavam contra a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém.


Lusa

"Assistimos a uma violação abjeta do direito internacional e dos direitos humanos em Gaza, pelo que exigimos que se pare imediatamente" com os ataques, lê-se na conta daquela organização não governamental na rede social Twitter.


ADEL HANA

Os violentos confrontos registados hoje na Faixa de Gaza entre manifestantes palestinianos e soldados israelitas provocaram 37 mortos e centenas de feridos.

Os palestinianos protestavam contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém.

Saudada como "histórica" por Israel, a promessa feita pelo presidente norte-americano, Donald Trump, foi entendida como um desafio à comunidade internacional num momento de grande inquietação no processo de estabilização regional.

A jornada de festividades israelitas e norte-americanas tornou-se, hoje, um dos dias mais mortíferos do conflito israelo-palestiniano desde a guerra de 2014 na faixa de Gaza.

"É mais um exemplo horrível do recurso excessivo da força e do uso de balas reais de uma forma totalmente deplorável pelo exército israelita", denunciou, já em comunicado, o responsável da AI para o Médio Oriente e África do Norte, Philip Luther.

"É uma violação às regras internacionais, que equivalem, em certos casos, a homicídios intencionais, o que constituo crime de guerra. As autoridades israelitas devem conter o exército para evitar outras perdas humanas e ferimentos graves noutras", pediu.

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