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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Analista: há indícios de preparação para uma grande operação militar em Donbass

Militares ucranianos colocaram em ação sua aviação, que participa em operações de combate em Donbass.


Sputnik

O cientista político Vladimir Kireev em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou sobre essa situação. 

Caça ucraniano MiG-29 estaciona na base aérea de Vasilkov perto de Kiev, Ucrânia, 23 de novembro de 2016
Mig 29 ucraniano © AP Photo / Efrem Lukatsky

"A situação na Ucrânia está se desenvolvendo de tal modo que cada vez mais são demonstrados indícios de preparação para uma grande operação militar no sudeste da Ucrânia que pode ser dirigida não apenas contra as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, mas também contra a Rússia", comentou.

Segundo ele, é possível notar o movimento das tropas na Europa e uma campanha militar sendo preparada durante alguns meses.

"Portanto, podemos supor que as Forças Armadas da Ucrânia têm como objetivo o uso de sua aviação durante ações militares no sudeste da Ucrânia. Tudo isso pode implicar no início da guerra em grande escala", disse Kireev.

Em 30 de abril, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, assinou decreto pondo fim à "operação antiterrorista". Assim eram chamadas em Kiev as ações dos militantes contra a República Popular de Donetsk (RPD) e República Popular de Lugansk (RPL) em Donbass, que durou mais de quatro anos. Em vez disso, na região foi iniciada a Operação das Forças Conjuntas da Ucrânia, que não é mais controlada pelo Serviço de Segurança da Ucrânia como antes, mas por militares.

Entretanto, Poroshenko não excluiu a realização de "operações antiterroristas" caso "surja ameaça".

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