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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Analista: há indícios de preparação para uma grande operação militar em Donbass

Militares ucranianos colocaram em ação sua aviação, que participa em operações de combate em Donbass.


Sputnik

O cientista político Vladimir Kireev em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou sobre essa situação. 

Caça ucraniano MiG-29 estaciona na base aérea de Vasilkov perto de Kiev, Ucrânia, 23 de novembro de 2016
Mig 29 ucraniano © AP Photo / Efrem Lukatsky

"A situação na Ucrânia está se desenvolvendo de tal modo que cada vez mais são demonstrados indícios de preparação para uma grande operação militar no sudeste da Ucrânia que pode ser dirigida não apenas contra as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, mas também contra a Rússia", comentou.

Segundo ele, é possível notar o movimento das tropas na Europa e uma campanha militar sendo preparada durante alguns meses.

"Portanto, podemos supor que as Forças Armadas da Ucrânia têm como objetivo o uso de sua aviação durante ações militares no sudeste da Ucrânia. Tudo isso pode implicar no início da guerra em grande escala", disse Kireev.

Em 30 de abril, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, assinou decreto pondo fim à "operação antiterrorista". Assim eram chamadas em Kiev as ações dos militantes contra a República Popular de Donetsk (RPD) e República Popular de Lugansk (RPL) em Donbass, que durou mais de quatro anos. Em vez disso, na região foi iniciada a Operação das Forças Conjuntas da Ucrânia, que não é mais controlada pelo Serviço de Segurança da Ucrânia como antes, mas por militares.

Entretanto, Poroshenko não excluiu a realização de "operações antiterroristas" caso "surja ameaça".

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