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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Analista: há indícios de preparação para uma grande operação militar em Donbass

Militares ucranianos colocaram em ação sua aviação, que participa em operações de combate em Donbass.


Sputnik

O cientista político Vladimir Kireev em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou sobre essa situação. 

Caça ucraniano MiG-29 estaciona na base aérea de Vasilkov perto de Kiev, Ucrânia, 23 de novembro de 2016
Mig 29 ucraniano © AP Photo / Efrem Lukatsky

"A situação na Ucrânia está se desenvolvendo de tal modo que cada vez mais são demonstrados indícios de preparação para uma grande operação militar no sudeste da Ucrânia que pode ser dirigida não apenas contra as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, mas também contra a Rússia", comentou.

Segundo ele, é possível notar o movimento das tropas na Europa e uma campanha militar sendo preparada durante alguns meses.

"Portanto, podemos supor que as Forças Armadas da Ucrânia têm como objetivo o uso de sua aviação durante ações militares no sudeste da Ucrânia. Tudo isso pode implicar no início da guerra em grande escala", disse Kireev.

Em 30 de abril, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, assinou decreto pondo fim à "operação antiterrorista". Assim eram chamadas em Kiev as ações dos militantes contra a República Popular de Donetsk (RPD) e República Popular de Lugansk (RPL) em Donbass, que durou mais de quatro anos. Em vez disso, na região foi iniciada a Operação das Forças Conjuntas da Ucrânia, que não é mais controlada pelo Serviço de Segurança da Ucrânia como antes, mas por militares.

Entretanto, Poroshenko não excluiu a realização de "operações antiterroristas" caso "surja ameaça".

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