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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Analista: situação com acordo iraniano mina reputação dos EUA e negociações coreanas

A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar o país do acordo nuclear iraniano enfraquece a reputação dos EUA e reduz o grau de confiança nas futuras negociações com a Coreia do Norte, disse o especialista Daniel McAdams em entrevista à Sputnik Internacional.


Sputnik

O diretor executivo do Instituto Ron Paul para a Paz e Prosperidade dos EUA, Daniel McAdams, disse que a questão imediata, após a saída de Trump, é se Israel e Arábia Saudita vão perceber a ação de Trump como um sinal positivo para uso de força militar contra o Irã ou lançar uma operação que envolverá os EUA em uma guerra.


Silhueta masculina com bandeira norte-americana de plano de fundo
CC0 / Pixabay

Ele notou que outra consequência importante da retirada é "uma diminuição drástica" da imagem dos EUA como um país que cumpre as suas promessas e acordos.

"Os EUA fecharam todas as portas para comunicações com o Irã com tal medida", reforçou, notando que apesar de tudo, este passo mina as discussões planejadas com a Coreia do Norte.

"Os norte-coreanos seriam totalmente tolos em acreditar em qualquer palavra do acordo que pode ser negociado com Washington", frisou. "A administração de Trump reiterou várias vezes que o modelo para desnuclearização norte-coreana é a Líbia. O melhor passo de Kim [Jong-un] é continuar as negociações bilaterais com Seul e excluir os EUA do processo", opina.

Ele acrescentou que a União Europeia não conseguiu convencer Donald Trump das vantagens do acordo. O presidente estadunidense teria preferido aceitar as declarações duvidosas do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, sobre as conclusões daqueles que tinham que determinar se o Irã pretendia acabar com o acordo.

"A decisão do presidente Trump de se retirar do acordo iraniano não deve surpreender a ninguém. A sua postura inexplicavelmente hostil em relação ao Irã, é a única posição na política externa que ele tem ocupado constantemente", frisou McAdams.

Apesar da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) ter confirmado que Teerã cumpre as cláusulas do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), Trump continua "perigosamente ignorante quanto ao Irã".

Em 8 de maio, Donald Trump anunciou que Washington deixa de ser parte do JCPOA e prometeu voltar a introduzir sanções econômicas mais rigorosas contra o Irã em resposta ao desenvolvimento do programa nuclear da República Islâmica.

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