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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Analista: situação com acordo iraniano mina reputação dos EUA e negociações coreanas

A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar o país do acordo nuclear iraniano enfraquece a reputação dos EUA e reduz o grau de confiança nas futuras negociações com a Coreia do Norte, disse o especialista Daniel McAdams em entrevista à Sputnik Internacional.


Sputnik

O diretor executivo do Instituto Ron Paul para a Paz e Prosperidade dos EUA, Daniel McAdams, disse que a questão imediata, após a saída de Trump, é se Israel e Arábia Saudita vão perceber a ação de Trump como um sinal positivo para uso de força militar contra o Irã ou lançar uma operação que envolverá os EUA em uma guerra.


Silhueta masculina com bandeira norte-americana de plano de fundo
CC0 / Pixabay

Ele notou que outra consequência importante da retirada é "uma diminuição drástica" da imagem dos EUA como um país que cumpre as suas promessas e acordos.

"Os EUA fecharam todas as portas para comunicações com o Irã com tal medida", reforçou, notando que apesar de tudo, este passo mina as discussões planejadas com a Coreia do Norte.

"Os norte-coreanos seriam totalmente tolos em acreditar em qualquer palavra do acordo que pode ser negociado com Washington", frisou. "A administração de Trump reiterou várias vezes que o modelo para desnuclearização norte-coreana é a Líbia. O melhor passo de Kim [Jong-un] é continuar as negociações bilaterais com Seul e excluir os EUA do processo", opina.

Ele acrescentou que a União Europeia não conseguiu convencer Donald Trump das vantagens do acordo. O presidente estadunidense teria preferido aceitar as declarações duvidosas do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, sobre as conclusões daqueles que tinham que determinar se o Irã pretendia acabar com o acordo.

"A decisão do presidente Trump de se retirar do acordo iraniano não deve surpreender a ninguém. A sua postura inexplicavelmente hostil em relação ao Irã, é a única posição na política externa que ele tem ocupado constantemente", frisou McAdams.

Apesar da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) ter confirmado que Teerã cumpre as cláusulas do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), Trump continua "perigosamente ignorante quanto ao Irã".

Em 8 de maio, Donald Trump anunciou que Washington deixa de ser parte do JCPOA e prometeu voltar a introduzir sanções econômicas mais rigorosas contra o Irã em resposta ao desenvolvimento do programa nuclear da República Islâmica.

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