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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Aviões de combate realizam manobras noturnas desafiadoras em porta-aviões chinês (VÍDEO)

Em 24 de maio, Liaoning, o porta-aviões chinês capaz de acomodar 26 aviões de combate e 22 helicópteros, completou as suas primeiras manobras de voos noturnos, informaram as mídias chinesas.


Sputnik

O vídeo dos exercícios mostra como os aviões de combate chineses J-15, conhecidos como Flying Sharks (tubarões voadores), decolam e pousam no porta-aviões de 65.000 toneladas, comunicaram as mídias.


Porta-aviões Liaoning perto do porto de Hong Kong, China, 7 de julho de 2017
Porta-aviões chinês Liaoning © AP Photo / Kin Cheung

Os pilotos começaram a se preparar para as manobras desde janeiro, já que a decolagem e pouso em condições de escuridão são considerados mais arriscados que de dia e requerem mais habilidade.

Hoje em dia, a Marinha chinesa conta formalmente com um só porta-aviões, o Liaoning, um antigo navio soviético conhecido originalmente na década de 1980 na URSS como Riga, e mais tarde rebatizado de Varyag, que o país asiático adquiriu como sucata à Ucrânia na década de 1990 para o reconstruir e pôr em serviço em 2012.


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