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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Aviões militares da Ucrânia levantam voo na zona de conflito em Donbass (VÍDEO)

Aviões das Forças Armadas da Ucrânia levantaram voo durante Operação das Forças Conjuntas (OOS, na sigla em russo) em Donbass.


Sputnik

A assessoria de imprensa da OOS escreveu no Facebook sobre voo, notando que as unidades estavam testando prontidão de seus aviões para ações de combate. A aviação treinou o apoio do ar das ações de outras unidades.


Caça do exército ucraniano sobrevoando a autoproclamada República Popular de Lugansk, Donbass
Sukhoi Su-27 ucraniano sobrevoando Donbass © Sputnik / Yevgeny Biyatov

"No decorrer do treinamento de atingir alvos de várias formas, a aviação completou a tarefa com sucesso", diz-se na declaração.

Agravamento da situação em Donbass

Ultimamente, o conflito em Donbass vem se agravando ainda mais. Por exemplo, na República Popular de Donetsk (RPD, na sigla em russo) relataram o agravamento da situação na região de Gorlovka. Além disso, em 27 de maio, o comando operacional da república comunicou que militantes posicionaram tanques e artilharia nos bairros residenciais da cidade de Dzerzhinsk, controlada por Kiev.

Em 28 de maio, as milícias independentistas da República Popular de Lugansk (RPL, na sigla em russo) contaram que militantes transportaram lançadores múltiplos de foguetes para a linha de contato.

Operação das Forças Conjuntas

Em 30 de abril, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, assinou decreto pondo fim à "operação antiterrorista" (assim em Kiev eram chamadas as ações dos militantes contra RPD e RPL) em Donbass que durou mais de quatro anos. Em vez disso, na região foi iniciada a Operação das Forças Conjuntas da Ucrânia, que não é mais controlada pelo Serviço de Segurança da Ucrânia como antes, mas por militares.

Entretanto, Poroshenko não excluiu a realização de "operações antiterroristas" caso "surja ameaça".


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