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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Aviões militares da Ucrânia levantam voo na zona de conflito em Donbass (VÍDEO)

Aviões das Forças Armadas da Ucrânia levantaram voo durante Operação das Forças Conjuntas (OOS, na sigla em russo) em Donbass.


Sputnik

A assessoria de imprensa da OOS escreveu no Facebook sobre voo, notando que as unidades estavam testando prontidão de seus aviões para ações de combate. A aviação treinou o apoio do ar das ações de outras unidades.


Caça do exército ucraniano sobrevoando a autoproclamada República Popular de Lugansk, Donbass
Sukhoi Su-27 ucraniano sobrevoando Donbass © Sputnik / Yevgeny Biyatov

"No decorrer do treinamento de atingir alvos de várias formas, a aviação completou a tarefa com sucesso", diz-se na declaração.

Agravamento da situação em Donbass

Ultimamente, o conflito em Donbass vem se agravando ainda mais. Por exemplo, na República Popular de Donetsk (RPD, na sigla em russo) relataram o agravamento da situação na região de Gorlovka. Além disso, em 27 de maio, o comando operacional da república comunicou que militantes posicionaram tanques e artilharia nos bairros residenciais da cidade de Dzerzhinsk, controlada por Kiev.

Em 28 de maio, as milícias independentistas da República Popular de Lugansk (RPL, na sigla em russo) contaram que militantes transportaram lançadores múltiplos de foguetes para a linha de contato.

Operação das Forças Conjuntas

Em 30 de abril, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, assinou decreto pondo fim à "operação antiterrorista" (assim em Kiev eram chamadas as ações dos militantes contra RPD e RPL) em Donbass que durou mais de quatro anos. Em vez disso, na região foi iniciada a Operação das Forças Conjuntas da Ucrânia, que não é mais controlada pelo Serviço de Segurança da Ucrânia como antes, mas por militares.

Entretanto, Poroshenko não excluiu a realização de "operações antiterroristas" caso "surja ameaça".


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