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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Bombardeiros estratégicos chineses entram em ação no mar do Sul da China (VÍDEO)

Um grupo de bombardeiros estratégicos chineses levou a cabo uma série de exercícios de emergência na ilha de recifes situada no mar do Sul da China com o objetivo de treinar as manobras de decolagem, aterrissagem e alcance de alvos, informou a agência de notícias Xinhua em 18 de maio.


Sputnik

As manobras se realizaram "recentemente" nas "águas meridionais", segundo informou uma fonte militar à agência de notícias chinesa. Entretanto, a fonte detalhou que os aviões decolaram de uma base situada no sul da China e efetuaram primeiro manobras de alcance de alvos para depois treinar a prática de decolagem e aterrissagem no aeródromo construído na ilha.


Caça Su-30 do Exército Popular de Libertação da China (à direita) voando perto do bombardeiro H-6K durante manobras no mar da China Oriental
Sukhoi Su-30 e bombardeiro Xian H-6k chineses © AP Photo/ Shao Jing

De acordo com a fonte citada pela agência, o objetivo principal da operação foi melhorar a capacidade de combate da Força Aérea da China em meio às ameaças que chegam do mar. As imagens das manobras emitidas pela Televisão Central da China mostram bombardeiros estratégicos Xian H-6, desenvolvidos com base do modelo soviético Tu-16.

O mar do Sul da China se converteu no foco de disputas territoriais envolvendo a China, o Vietnã, as Filipinas, a Indonésia, a Malásia e Brunei. Pequim tem construído ilhas artificiais e posicionando várias infraestruturas militares nos arquipélagos de Spratly e Paracelso para consolidar o seu direito sobre as ilhas, apesar dos protestos dos seus vizinhos e dos EUA, que temem a influência crescente do gigante asiático na região.

Washington tem enviado barcos e aviões para levar a cabo missões de patrulhamento perto das ilhas disputadas, o que provocou protestos de Pequim, que insiste que tais ações "provocadoras" minam a soberania chinesa e põem em perigo as forças do país.


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