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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Bombardeiros estratégicos chineses entram em ação no mar do Sul da China (VÍDEO)

Um grupo de bombardeiros estratégicos chineses levou a cabo uma série de exercícios de emergência na ilha de recifes situada no mar do Sul da China com o objetivo de treinar as manobras de decolagem, aterrissagem e alcance de alvos, informou a agência de notícias Xinhua em 18 de maio.


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As manobras se realizaram "recentemente" nas "águas meridionais", segundo informou uma fonte militar à agência de notícias chinesa. Entretanto, a fonte detalhou que os aviões decolaram de uma base situada no sul da China e efetuaram primeiro manobras de alcance de alvos para depois treinar a prática de decolagem e aterrissagem no aeródromo construído na ilha.


Caça Su-30 do Exército Popular de Libertação da China (à direita) voando perto do bombardeiro H-6K durante manobras no mar da China Oriental
Sukhoi Su-30 e bombardeiro Xian H-6k chineses © AP Photo/ Shao Jing

De acordo com a fonte citada pela agência, o objetivo principal da operação foi melhorar a capacidade de combate da Força Aérea da China em meio às ameaças que chegam do mar. As imagens das manobras emitidas pela Televisão Central da China mostram bombardeiros estratégicos Xian H-6, desenvolvidos com base do modelo soviético Tu-16.

O mar do Sul da China se converteu no foco de disputas territoriais envolvendo a China, o Vietnã, as Filipinas, a Indonésia, a Malásia e Brunei. Pequim tem construído ilhas artificiais e posicionando várias infraestruturas militares nos arquipélagos de Spratly e Paracelso para consolidar o seu direito sobre as ilhas, apesar dos protestos dos seus vizinhos e dos EUA, que temem a influência crescente do gigante asiático na região.

Washington tem enviado barcos e aviões para levar a cabo missões de patrulhamento perto das ilhas disputadas, o que provocou protestos de Pequim, que insiste que tais ações "provocadoras" minam a soberania chinesa e põem em perigo as forças do país.


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