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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Brasileiro que lutou com independentistas é detido por nacionalistas ucranianos (VÍDEO)

O brasileiro Rafael Marques Lusvarghi, de 33 anos, foi alvo da ira de nacionalistas ucranianos nesta sexta-feira. Ele foi capturado, agredido e levado até as autoridades após ter sido condenado por crimes contra a Ucrânia.


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Um vídeo mostra o momento em que integrantes do grupo nacionalista ucraniano Batalhão Azov retiram Lusvarghi de um mosteiro, nos arredores de Kiev, e o levam pelas ruas gritando palavras de ordem. Nas imagens, é possível ver o brasileiro levando um tapa no rosto.


Raul Athaide (à esquerda) junto com Rafael Marques Lusvarghi (à direita) nas fileiras das milícias independentistas no leste da Ucrânia
Raul Athaide, a esquerda, junto com Rafael Marques Lusvarghi na Ucrânia © Foto : Arquivo pessoal de Raul Athaide

Após a captura, Lusvarghi foi levado até a sede do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), de acordo com informações da Agência EFE. Os nacionalistas ucranianos defendem que o brasileiro seja trocado por soldados do país que estariam em custódia por milicianos independentistas, no leste da Ucrânia.

Lusvarghi combateu entre setembro de 2014 e novembro de 2015 nas fileiras do Exército da República Popular de Donetsk, em ações nas quais teria combatido contra soldados ucranianos. O brasileiro foi preso em Kiev em outubro de 2016.

Em janeiro de 2017, Lusvarghi foi condenado a 13 anos de prisão por atos de terrorismo contra o Estado ucraniano. Contudo, ele estava em liberdade em 2016 por possíveis ilegalidades no processo.

Enquanto esteve preso, o brasileiro denunciou estar sendo maltratado pelas autoridades da Ucrânia, o que foi negado na época pela embaixada da Ucrânia em Brasília, em contato com a Sputnik Brasil.


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