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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Caças russos Su-30MKI e franceses Rafale 'se enfrentam' nos céus da Índia

A empresa aeroespacial indiana Hindustan Aeronautics Ltd (HAL) ofereceu um lote de 40 caças Su-30MKI à Força Aérea da Índia para contrabalançar a controversa compra de 36 Rafale franceses por preços "supostamente" inflacionados. Não é uma oferta desdenhável nem em termos de tecnologia nem em termos econômicos.


Sputnik

O acordo feito com a França de compra de 36 caças Rafale de 4ª geração para a Força Aérea da Índia enfrenta fortes críticas devido ao preço supostamente inflacionado de cada unidade, diz a Military Watch.

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Dois Rafale e dois Sukhoi Su-30MKI | Reprodução

Enquanto os militares indianos se recusam a tornar público o preço final dos Rafale, sabe-se que o valor do contrato aumentou consideravelmente em comparação com a licitação em que a empresa francesa participou.

O preço de cada aeronave anunciado previamente em reiteradas ocasiões pelas autoridades do país, oscila entre US$ 200 e 250 milhões (cerca de R$ 935 milhões), informa a mídia, valor comparável ao preço do novo F-35 norte-americano, considerado o caça mais caro da atualidade.

A França não está disposta a transferir as tecnologias do caça, exigência que a Índia cobra somente de seus parceiros. Em vez disso, as partes concordaram que Paris investirá parte do dinheiro no setor militar indiano e construirá bases para a manutenção das aeronaves.

Mas o maior problema é que a Índia já tem uma opção mais viável para a sua Força Aérea, que são os caças Su-30MKI fabricados em solo indiano pela HAL, sob licença e com a participação da empresa russa Sukhoi.

A Military Watch garante que as últimas modificações dos Su-30MKI – já em processo de instalação nas aeronaves existentes – as coloca na lista dos melhores caças de supremacia aérea disponíveis atualmente para produção em massa.

Por sua vez, a HAL justifica a compra de um novo lote dos "Sukhoi indianos" pela presença de mais de 250 aeronaves deste tipo na Força Aérea do país, seu preço incomparavelmente menor do que o Rafale (cerca de 64 milhões de dólares por unidade, ou seja, três vezes menos) e a superioridade de suas características de voo e armamentos, excetuando talvez o novo míssil ar-ar Meteor, que também faz parte do contrato entre a Índia e a França.

Outro argumento é o uso dos novos caças para transportar os novos mísseis de cruzeiro supersônicos BrahMos.

O míssil foi especialmente projetado para o Su-30MKI, e a compra de 40 novos caças adaptados para transportar o projétil desde o início seria uma opção a considerar em vez de modificar as aeronaves existentes.

Os críticos da iniciativa afirmam que a fabricação atual do Su-30MKI na Índia continua a exigir os "kits" de montagem fornecidos pela Rússia, o que significa que a Sukhoi receberá uma parte considerável do contrato.

De qualquer modo, o preço por unidade é várias vezes mais atrativo do que os caças franceses, que nem sequer serão fabricados no país.

Enquanto o desejo da Índia de diversificar suas fontes de armamento é compreensível, a compra dos Rafale em vez dos Su-30MKI transcende a economia e "teria suas razões vinculadas a questões políticas", conclui a Military Watch.

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