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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Chanceler da Índia dispara: 'Nós não somos obrigados a cumprir as sanções dos EUA'

Eliminando dúvidas sobre o futuro do seu comércio bilateral com o Irã, Rússia e países latino-americanos na mira das sanções dos EUA, a Índia declarou que só cumpre as sanções impostas pelas Nações Unidas e não as impostas por países unilateralmente.


Sputnik

A ministra das Relações Exteriores da Índia, Sushma Swaraj, disse a repórteres durante uma coletiva de imprensa anual em Nova Déli que o país continuará a negociar com o Irã e com a Rússia, apesar das sanções anunciadas pelo governo Trump.

A ministra indiana das Relações Exteriores, Sushma Swaraj.
Ministra das Relações Exteriores da Índia, Sushma Swaraj © AFP 2018 / PRAKASH SINGH

"A Índia segue apenas sanções da ONU e não sanções unilaterais de qualquer país. Mantivemos nossa relação comercial durante a última sanção imposta ao Irã", disse o ministro das Relações Exteriores, Sushma Swaraj, quando questionado sobre a resposta da Índia às sanções dos EUA.

A reimposição das sanções dos Estados Unidos ao Irã, após a retirada de Trump do acordo nuclear lançou uma sombra sobre os laços políticos e econômicos de longa data entre a Índia e o Irã.

Enquanto isso, a Lei Contendo Adversários da América por meio de Sanções (CAATSA), adotada pelo governo Trump, ameaçou impactar negativamente as compras de defesa da Rússia, incluindo a do sistema de defesa aérea S-400. O CAATSA foi projetado principalmente com a Rússia em mente, e especificamente, países que continuam a usar hardware e sistemas militares russos. A lei impõe sanções a indivíduos e países que lidam com os setores de inteligência e defesa da Rússia.

Mas a declaração do ministro das Relações Exteriores deixou claro que a Índia não está disposta a prejudicar suas relações com seus amigos de todos os climas, apesar da pressão dos EUA.

"Nossa política externa não é direcionada para apaziguar ou sofrer qualquer tipo de pressão de qualquer país e também não é reacionária", disse a ministra durante a coletiva de imprensa.

Swaraj também enfatizou que Nova Déli vem dando importância aos países da América Latina, incluindo a Venezuela, como nunca antes, e continuará a fazê-lo no futuro também.

"O Banco de Reservas da Índia proíbe o comércio de criptomoeda, portanto não negociaremos com criptomoeda. Estamos descobrindo um mecanismo pelo qual o comércio continuará com a Venezuela no petróleo", disse Swaraj, respondendo a uma pergunta sobre se a Índia negociaria em criptomoedas com os países da América Latina que enfrentam sanções dos EUA.

O governo Trump impediu que empresas ou cidadãos dos EUA comprassem dívidas ou contas a receber do governo venezuelano. A Venezuela está oferecendo um desconto nas vendas de petróleo feitas em "petro" — uma criptomoeda lastreada no combustível fóssil destinada a evitar as sanções dos EUA ao comércio de energia.

A mídia indiana informou anteriormente que a Venezuela havia oferecido descontos de até 30% nas vendas de petróleo para as refinarias indianas, desde que elas negociassem com o "petro".

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