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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

China confirma uso de tecnologia stealth madura de testes

A China pode testar exaustivamente a capacidade furtiva madura de suas aeronaves e também aplicar a tecnologia ao projeto e fabricação de embarcações navais, disse um especialista militar no dia 22 de maio, em resposta a uma reportagem em uma revista de revisão técnica.


Poder Aéreo

A Shenyang Aircraft Corporation conduziu com sucesso um teste de Seção Reta Radar (RCS – Radar Cross-Section) para aeronaves, de acordo com a conta oficial do WeChat da Ordnance Industry Science Technology, um periódico chinês sobre as indústrias e tecnologias nacionais de defesa.

FC-31 ou J-31
FC-31 ou J-31 | Reprodução

Esta é a primeira vez que a China divulgou abertamente informações confirmando o uso da tecnologia de testes RCS em caças furtivos.

A reportagem de terça-feira incluiu uma foto de um caça J-11 e uma equipe de pesquisa da corporação localizada na província de Liaoning, no nordeste da China.

Analistas militares disseram que o artigo provou que a capacidade chinesa de stealth melhorou maciçamente, com múltiplos institutos militares chineses de pesquisa industrial capazes de aplicar a tecnologia em sua produção de armas mais sofisticadas, incluindo navios e tanques.

O RCS é uma medida de quão detectável é um objeto por radar. Um índice RCS maior indica que um objeto é mais facilmente detectado pelo radar.

De acordo com a reportagem, a China há muito tempo conquistou a tecnologia e a aplicou no projeto e fabricação do mais avançado caça furtivo de quinta geração da China, o J-20.

“O J-20 é construído pela Chengdu Aircraft Industry Group, e a Shenyang Aircraft Corporation também está conduzindo pesquisa e desenvolvimento de outro caça furtivo feito na China, o FC-31, então a tecnologia é muito básica e essencial”, disse Song Zhongping, especialista militar e comentarista de TV, disse ao Global Times na terça-feira.

“Se o teste de RCS puder ser usado de forma madura, isso significa que caças de quarta geração, incluindo os J-11 e J-16, que formam o corpo principal da Força Aérea Chinesa e são produzidos pela Shenyang Aircraft Corporation, também podem melhorar suas capacidades stealth.”

O índice RCS depende em grande parte do tamanho, configuração e materiais do objeto.

Embora os jatos de combate mais antigos em serviço não possam alterar sua configuração aerodinâmica, eles podem reduzir seu índice com um revestimento furtivo, observou Song.

“Isso significa que, além do J-20, outras aeronaves da Força Aérea Chinesa também têm capacidade de stealth”, disse ele.

Apenas alguns países do mundo têm capacidade de testes furtivos: os EUA, a Rússia e alguns membros da UE podem realizar o teste, de acordo com a reportagem.

A tecnologia também pode ser usada para embarcações da Marinha e veículos terrestres blindados.

FONTE: Global Times

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