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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

China reafirma apoio à causa palestina e condena violência israelense

China reafirmou hoje seu apoio ao direito da Palestina a ter um Estado próprio, depois de rechaçar e manifestar preocupação pela violência de Israel com saldo mortal contra uma manifestação civil na faixa de Gaza.


Prensa Latina
Beijing - Lu Kang, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, reiterou que seu Governo respalda a causa justa do povo palestino a restaurar o direito à livre determinação e a dispor de um Estado independente e soberano, com sua capital em Jerusalém Oriental e as fronteiras prévias a 1967.

Lu Kang, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China | Reprodução

Qualificou de sensível e complicado o tema do status dessa cidade, ao expressar séria preocupação e oposição aos enfrentamentos que deixaram pelo menos 58 pessoas mortas e mais de duas mil feridas.

Lu urgiu às partes, especialmente a Israel, de abster-se de piorar a situação, resolver os problemas pela via do diálogo e em concordância com as resoluções da Organização das Nações Unidas.

'As negociações de paz entre Palestina e Israel devem ser retomadas o mais rápido possível para tentar uma resolução final ao status de Jerusalém', enfatizou o porta-voz da chancelaria, e chamou a comunidade internacional a cooperar com esse objetivo.

Com suas declarações, China soma-se à onda de condenação mundial ao ataque armado de militares israelenses contra uma manifestação ontem em Gaza que rejeitava a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém, em violação de vários acordos internacionais.

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