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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Coalizão dos EUA efetua outro ataque contra província síria matando 9 pessoas

Neste sábado (12), os aviões da coalizão internacional liderada por Washington realizaram o segundo ataque aéreo contra civis na província síria de Al-Hasakah, matando nove pessoas, comunica um canal de TV do país.


Sputnik

Mais cedo, a mídia estatal síria informou que a aviação da coalizão realizou um ataque contra civis em uma das povoações no sul de Al-Hasakah, o que resultou na morte de oito pessoas.


Província síria de Al-Hasakah (foto de arquivo)
Al-Hasakah © Sputnik / Valery Melnikov

Em resultado do segundo ataque, os projéteis alcançaram casas de civis. Quatro crianças e cinco mulheres morreram logo no local, adiantou o canal.

No início de maio, a agência SANA comunicou sobre um ataque da coalizão contra o povoado de Al-Fadil, na mesma província, e a morte de ao menos 25 pessoas.

A coalizão internacional liderada pelos EUA efetua regularmente ataques que resultam na morte de civis. Segundo a chancelaria russa tem repetidamente frisado, estas ações se realizam sem o aval e coordenação da parte de Damasco oficial e sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

A própria coalizão reconheceu que, desde 2014, por causa dos seus ataques aéreos na Síria e no Iraque morreram ao menos 883 residentes civis.

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