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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Comando de Artilharia do Exército Brasileiro realiza Operação ARES 2018

No período de 14 a 17 de maio, a Guarnição de Santa Maria sediou o maior exercício de planejamento e coordenação de fogos do Exército, organizado pelo Comando de Artilharia do Exército (Cmdo Art Ex), com sede em Porto Alegre (RS), que coordenou as Artilharias Divisionárias (AD) de todas as Divisões de Exército do Brasil: AD/1, com sede no Rio de Janeiro (RJ); AD/3, de Cruz Alta (RS); e AD/5, sediada em Curitiba (PR).


Forças Terrestres

Santa Maria (RS) – O Exercício, denominado “Operação ARES 2018”, foi realizado nas instalações do Simulador de Apoio de Fogo (SIMAF) do Centro de Adestramento-Sul (CA-Sul). Além do planejamento do apoio de fogo de uma operação militar complexa, o exercício consistiu na solução de problemas militares simulados que levaram em consideração possíveis modernizações doutrinárias motivadas pelas mais recentes tecnologias incorporadas à Artilharia Brasileira, como a chegada de novos obuseiros M109 A5, adquiridos dos Estados Unidos da América no corrente ano.


A Operação foi realizada em Santa Maria, para dispor dos meios de simulação do SIMAF, uma vez que toda a manobra das Divisões de Exército foi desenhada em cima de carta digitalizada disponível no CA-Sul. Dessa forma, foi possível realizar reconhecimentos aéreos nas áreas de exercício, agregando maiores dados ao planejamento, sem para isso alocar meios aéreos reais e incidir em elevados gastos com horas de voo de aeronaves.

Nesse mesmo sentido, foi possível usar a mesma tecnologia para simular voos de Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) para avaliar danos dos tiros de artilharia em alvos mais profundos, como parte dos estudos de viabilidade de incorporação dessa tecnologia aos grupos de artilharia modernos. Além de contar com um sistema de projeção capaz de exibir detalhes em 2D da manobra, como calungas, eixos e direções táticas de atuação.

De acordo com o Major Álvaro Vasconcelos Studart, da Direção do Exercício do Cmdo Art Ex, “a importância da atividade se dá, também, tendo em vista que a magnitude de uma manobra com o emprego simultâneo de três Divisões de Exército é tão grande, que seria inviável a realização de uma manobra com tropas no terreno de valor equivalente”. Destacou, ainda, que, a Operação foi realizada pela primeira vez em 2017, mas com a participação de apenas duas Divisões de Exército.

Tendo em vista o elevado escalão de emprego e a necessidade de discutir os reflexos das novas tecnologias que estão sendo incorporadas atualmente na Artilharia de Campanha brasileira, tais como, sensores como medidores de V0 (velocidade inicial do tiro), boroscópio, buscador de norte, navegador inercial, GPS incorporado às peças e emprego do míssil tático de cruzeiro, participaram da atividade cerca de 100 oficiais dos mais altos postos e de maior experiência possível em seus comandos.

Dentre os participantes, destacam-se o Comandante da AD/3, General de Brigada Amadeu Martins Marto; o Comandante da AD/5, General de Brigada Rodrigo Pereira Vergara; e o Comandante Interino de Artilharia do Exército, Coronel Carlos Rocha Thomaz. Participaram, também, integrantes dos Estados-Maiores das AD; bem como representantes da ALA 4, da Força Aérea Brasileira (Santa Maria/RS); da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Rio de Janeiro/RJ); do Centro de Instrução de Mísseis e Foguetes do Exército (Formosa/GO); e de outras Unidades de artilharia localizadas no interior do Rio Grande do Sul e de outros estados.

O Comando de Operações Terrestres (Brasília/DF) se fez representar com um militar de seu Centro de Doutrina, para registrar possíveis contribuições para a doutrina de planejamento de fogos do Exército, inclusive anotando dados para a revisão do novo manual do tema, lançado em 2017.

O Comando de Artilharia do Exército foi criado em 2014 para ser o responsável pelo sistema de Mísseis e Foguetes do Exército, podendo compor, em tempo de guerra, o Comando de Artilharia da Força Terrestre Componente no nível Corpo de Exército, agregando diversos vetores de apoio de fogo e busca de alvos. Em 2020, está prevista a sua transferência definitiva para o Comando do Forte Bárbara, que se encontra em fase final de construção, em Formosa (GO).

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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