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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Comissão Europeia cancela sanções dos EUA anti-iranianas dentro da UE

De acordo com a declaração emitida na sexta-feira (18) pela Comissão Europeia, a instituição vai proteger os interesses das empresas da União que investem no Irã como parte do cumprimento do acordo nuclear iraniano.


Sputnik

A comissão "deu início ao processo formal para ativar o Status de Bloqueio atualizando, assim, a lista de sanções norte-americanas contra Teerã dentro do seu espaço", diz-se na declaração.

Bandeiras da União Europeia em frente à sede da Comissão Europeia em Bruxelas
Sede da Comissão Europeia em Bruxelas © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

As medidas vão permitir que o Banco Europeu de Investimentos (EIB, na sigla em inglês) apoie os investimentos da União Europeia no Irã que poderiam ser muito úteis tanto para pequenas como médias empresas.

As medidas vão entrar em vigor dentro de dois meses a menos que o Parlamento Europeu e os governos dos países-membros da União Europeia formalmente rejeitem cancelamento das sanções.

Hoje mais cedo, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciou que o bloco estava planejando aplicar uma lei de 1996 que proibiria cumprimento por empresas europeias de qualquer sanção norte-americana contra Teerã.

No dia 8 de maio, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano. Além do mais, os EUA restauraram restrições contra o país, incluindo sanções secundárias em relação a países que mantêm negócio com o Irã, antes suspensas pelo Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA na sigla em inglês).

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