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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Coreia do Norte teria concordado com inspeção nuclear e eliminação de mísseis

Pela primeira vez, a Coreia do Norte dará acesso a seu arsenal nuclear para observadores internacionais. Além do mais, o país disse estar pronto a eliminar seus mísseis intercontinentais, comunicou a edição Asahi.


Sputnik

No momento, as condições e formas de realização da completa desnuclearização estão sendo debatidas na véspera da reunião de alto nível entre a Coreia do Norte e os EUA.


Exército Popular da Coreia apresenta, em desfile, complexos de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais (foto de arquivo)
Mísseis norte-coreanos em desfile © Sputnik / Ilia Pitalev

De acordo com a edição, um grupo de três pessoas – entre eles, funcionários da CIA e especialistas em armamento nuclear, visitaram a Coreia do Norte no final de abril, permanecendo no país por uma semana.

Após a visita, a Coreia do Norte teria concordado em eliminar mísseis balísticos, bem como aceitou que observadores internacionais pudessem visitar seu arsenal nuclear.

Enquanto isso, os prazos da eliminação do armamento nuclear, e o benefício que Pyongyang pode ganhar "em troca", estão sendo discutidos, segundo a mídia.

No final de abril, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un e seu homólogo sul-coreano, Moon Jae-in, realizaram um encontro na zona desmilitarizada que separa as duas Coreias, em Panmunjom, na última sexta-feira. Durante a reunião, os líderes dos países assinaram uma declaração conjunta, concordando em tomar medidas para apoiar os esforços internacionais que visam a desnuclearização da península coreana e prosseguir com os programas de reunião das famílias coreanas separadas.

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