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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Coreia do Sul e EUA começam manobras aéreas

Exercícios contarão com centenas de caças e bombardeiros, e, pela primeira vez, com caças com tecnologia furtiva F-22 Raptor.


EFE


A Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciam, nesta sexta-feira (11), a manobra aérea conjunta anual em grande escala, em uma demonstração de força que acontece um mês antes da realização da esperada cúpula entre Washington e Pyongyang.

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F-22 Raptor da USAF | KIM HONG-JI

Os exercícios se prolongarão durante duas semanas e acontecem depois que Seul e Washington alteraram as datas de outras das suas manobras conjuntas frequentes, por ocasião da cúpula intercoreana de final do mês passado.

O desdobramento aéreo incluirá uma centena de caças e bombardeiros, e pela primeira vez contará com caças com tecnologia furtiva F-22 Raptor, segundo afirmaram fontes do Ministério da Defesa sul-coreana à agência "Yonhap".

A mesma fonte disse que o objetivo destas operações é melhorar as capacidades aéreas dos aliados, em um momento de tentativa de paz na península após o diálogo aberto com Pyongyang que propiciou a realização da histórica cúpula entre o presidente do Sul, Moon Jae-in, e o líder do Norte, Kim Jong-un.

Como parte deste processo, Seul e Washington alteraram seus planos para as outras citadas manobras anuais para favorecer o atual degelo com a Coreia do Norte, que tradicionalmente condenava estes jogos de guerra.

Pyongyang considera que se trata de testes para invadir seu território e habitualmente respondeu às manobras com testes de mísseis.

No entanto, este ano o fechado regime expressou, em reunião com oficiais sul-coreanos no mês de março, sua compreensão em torno da necessidade que Washington e Seul têm em realiza-los.

O líder norte-coreano e o presidente americano, Donald Trump, se reunirão no próximo dia 12 de junho, em Singapura, para tratar a desnuclearização da Coreia, segundo anunciou na véspera o governante da Casa Branca.

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