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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Deputada ucraniana exige concentrar militares na fronteira com Crimeia

Uma deputada ucraniana exigiu posicionar mais forças militares ucranianas na fronteira com a Crimeia "ocupada" para "prestar resistência efetiva à atividade subversiva da Rússia".


Sputnik

A chefe do Comitê de Assuntos Internacionais da Suprema Rada (parlamento ucraniano), Anna Gopko apelou para as autoridades exigindo deslocar uma unidade da Guarda Nacional na fronteira com a Crimeia e também aumentar o número de militares nas regiões fronteiriças com a Rússia.


Ponto de controle na fronteira russo-ucraniana Dzhankoy, Crimeia, Rússia (foto de arquivo)
Ponto de controle na fronteira entre Rússia e Ucrânia na Crimeia © Sputnik / Aleksandr Polegenk

De acordo com a política, a situação atual no sul da região de Kherson representa um problema para a segurança nacional da Ucrânia. Em sua opinião, desde 2014 nada tem mudando para Kiev.

"Em quatro anos, as capacidades de defesa da Ucrânia têm aumentado significativamente, mas a presença militar perto da Crimeia ocupada é mínima. Não é suficiente para prestar resistência efetiva à atividade subversiva da Rússia", escreveu a deputada no Facebook.

No entanto, não está claro do que a "atividade subversiva" russa se trata, visto que é a parte ucraniana que normalmente organiza provocações ou as anuncia.

Por exemplo, na fronteira com a Crimeia apareceram anúncios que indiretamente chamam para a conquista da península.

Além disso, Kiev regularmente apela para "retirar" a ponte da Crimeia da Rússia ou impor sanções contra aqueles que a atravessam para atingir a península.

Quanto aos moradores da própria península, eles explicam tal compartimento por "fantasia doente" das autoridades ucranianas.

A Crimeia retornou à Rússia em 2014 em um referendo, com mais de 90% dos moradores escolhendo a reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península do território ucraniano.

Autoridades russas ressaltaram repetidas vezes que a reunificação ocorreu por meio de um referendo, de acordo com as leis internacionais.

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