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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Deputada ucraniana exige concentrar militares na fronteira com Crimeia

Uma deputada ucraniana exigiu posicionar mais forças militares ucranianas na fronteira com a Crimeia "ocupada" para "prestar resistência efetiva à atividade subversiva da Rússia".


Sputnik

A chefe do Comitê de Assuntos Internacionais da Suprema Rada (parlamento ucraniano), Anna Gopko apelou para as autoridades exigindo deslocar uma unidade da Guarda Nacional na fronteira com a Crimeia e também aumentar o número de militares nas regiões fronteiriças com a Rússia.


Ponto de controle na fronteira russo-ucraniana Dzhankoy, Crimeia, Rússia (foto de arquivo)
Ponto de controle na fronteira entre Rússia e Ucrânia na Crimeia © Sputnik / Aleksandr Polegenk

De acordo com a política, a situação atual no sul da região de Kherson representa um problema para a segurança nacional da Ucrânia. Em sua opinião, desde 2014 nada tem mudando para Kiev.

"Em quatro anos, as capacidades de defesa da Ucrânia têm aumentado significativamente, mas a presença militar perto da Crimeia ocupada é mínima. Não é suficiente para prestar resistência efetiva à atividade subversiva da Rússia", escreveu a deputada no Facebook.

No entanto, não está claro do que a "atividade subversiva" russa se trata, visto que é a parte ucraniana que normalmente organiza provocações ou as anuncia.

Por exemplo, na fronteira com a Crimeia apareceram anúncios que indiretamente chamam para a conquista da península.

Além disso, Kiev regularmente apela para "retirar" a ponte da Crimeia da Rússia ou impor sanções contra aqueles que a atravessam para atingir a península.

Quanto aos moradores da própria península, eles explicam tal compartimento por "fantasia doente" das autoridades ucranianas.

A Crimeia retornou à Rússia em 2014 em um referendo, com mais de 90% dos moradores escolhendo a reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península do território ucraniano.

Autoridades russas ressaltaram repetidas vezes que a reunificação ocorreu por meio de um referendo, de acordo com as leis internacionais.

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