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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Embaixada dos EUA em Jerusalém 'dá vida a conflito religioso', diz autoridade palestina

A transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém "marca o fim de uma era" em que Washington apoiou a solução de 2 Estados para o conflito palestino-israelense e, em vez disso, intensifica o conflito religioso, embaixador palestino nos Estados Unidos Husam Zomlot disse nesta segunda-feira (14).


Sputnik

A embaixada dos Estados Unidos em Israel abrirá oficialmente em Jerusalém nesta-segunda-feira (14). Essa transferência diplomática provocou uma preocupação generalizada devido ao fato que Jerusalém está no centro do conflito entre Israel e Palestina.

Jerusalém
Jerusalém | CC BY-SA 2.0 / Dan

“A mudança de hoje da embaixada dos EUA dá vida a um conflito religioso em vez de uma paz digna […]. Este movimento marca o fim de uma era em que os Estados Unidos lideraram esforços internacionais para supostamente alcançar a solução de 2 Estados, acabando com a ocupação israelense que começou em 1967 incluindo Jerusalém Oriental", disse Zomlot em um comunicado.

Além disso, Washington abandonou seu papel de pacificador, aumentando ainda mais a “incerteza” na Palestina, enfatizou o embaixador.

Israel se apoderou da então Jerusalém Oriental, então controlada pela Jordânia, durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Já em 1980, o parlamento israelense adotou a Lei de Jerusalém proclamando toda a cidade como capital de Israel.

A comunidade internacional não reconhece a anexação e acredita que o status de Jerusalém deve ser acordado com os palestinos, que reivindicam sua parte oriental como a capital de seu futuro Estado.

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