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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Enviado da ONU participará de nova rodada de consultas sobre Síria em Astana

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, participará nos dias 14 e 15 de maio em Astana, no Cazaquistão, da nova rodada de consultas para a resolução do conflito no país árabe, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores cazaque.


EFE

Astana - "Na qualidade de observadores, participarão uma delegação da ONU presidida por De Mistura e uma delegação da Jordânia", diz o comunicado oficial do governo do Cazaquistão.


Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet
Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet

De Mistura já tinha participado da oitava rodada realizada em dezembro do ano passado, na qual foi convocado um congresso nacional sírio, que aconteceu em janeiro no balneário de Sochi, na Rússia.

Na última conferência de doadores em Bruxelas, a ONU e a União Europeia insistiram que o fim das hostilidades na Síria é a única via possível para conseguir uma solução política e humanitária.

O ministério cazaque também informou hoje que todos os convidados, as delegações do regime de Bashar al Assad e da oposição, e dos países mediadores (Rússia, Turquia e Irã), confirmaram sua presença.

Segundo os países mediadores, na nona rodada de consultas será abordada a situação no terreno, o funcionamento das zonas de distensão e novas medidas políticas e humanitárias que contribuam para a paz na Síria.

No fim de abril, os ministros de Relações Exteriores de Rússia, Irã e Turquia concordaram em dar passos concretos para impulsionar a resolução do conflito sírio, depois do bombardeio realizado por Estados Unidos, França e Reino Unido em represália pelo suposto uso de armas químicas pelo exército sírio em Ghouta Oriental.

Na época, o ministro turco Mevlüt Çavusoglu denunciou que as YPG (as milícias curdas Unidades de Proteção do Povo) controlavam 25% do território sírio com a aquiescência dos EUA.

As maiores conquistas das consultas de Astana foram o mecanismo para supervisionar o cessar-fogo e a criação de várias zonas de segurança no país árabe.


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