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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Enviado da ONU participará de nova rodada de consultas sobre Síria em Astana

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, participará nos dias 14 e 15 de maio em Astana, no Cazaquistão, da nova rodada de consultas para a resolução do conflito no país árabe, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores cazaque.


EFE

Astana - "Na qualidade de observadores, participarão uma delegação da ONU presidida por De Mistura e uma delegação da Jordânia", diz o comunicado oficial do governo do Cazaquistão.


Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet
Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet

De Mistura já tinha participado da oitava rodada realizada em dezembro do ano passado, na qual foi convocado um congresso nacional sírio, que aconteceu em janeiro no balneário de Sochi, na Rússia.

Na última conferência de doadores em Bruxelas, a ONU e a União Europeia insistiram que o fim das hostilidades na Síria é a única via possível para conseguir uma solução política e humanitária.

O ministério cazaque também informou hoje que todos os convidados, as delegações do regime de Bashar al Assad e da oposição, e dos países mediadores (Rússia, Turquia e Irã), confirmaram sua presença.

Segundo os países mediadores, na nona rodada de consultas será abordada a situação no terreno, o funcionamento das zonas de distensão e novas medidas políticas e humanitárias que contribuam para a paz na Síria.

No fim de abril, os ministros de Relações Exteriores de Rússia, Irã e Turquia concordaram em dar passos concretos para impulsionar a resolução do conflito sírio, depois do bombardeio realizado por Estados Unidos, França e Reino Unido em represália pelo suposto uso de armas químicas pelo exército sírio em Ghouta Oriental.

Na época, o ministro turco Mevlüt Çavusoglu denunciou que as YPG (as milícias curdas Unidades de Proteção do Povo) controlavam 25% do território sírio com a aquiescência dos EUA.

As maiores conquistas das consultas de Astana foram o mecanismo para supervisionar o cessar-fogo e a criação de várias zonas de segurança no país árabe.


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