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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Erdogan e Putin chamam de 'erro' a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram nesta quinta-feira (10) as perspectivas do acordo nuclear do Irã com a retirada dos Estados Unidos do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA).


Sputnik

As informações são de uma fonte da administração de Erdogan que falou à Sputnik com exclusividade.


Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan em Ancara
Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Sergey Guneev

"Hoje nosso presidente Tayyip Erdogan teve uma conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin. Eles discutiram a decisão dos EUA de deixar o acordo nuclear com o Irã", disse a fonte à Sputnik.

"Ambos os líderes, ressaltando a falácia desta decisão, enfatizaram que o JCPOA é um sucesso diplomático que deve ser protegido", concluiu a fonte.

Donald Trump anunciou ainda na terça-feira (9) que os EUA deixariam o acordo. A notícia foi recebida com pessimismo pela comunidade internacional, incluindo de parceiros como França, Reino Unido e Alemanha.

A decisão unilateral enterrou um esforço diplomático assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama, e tornou-se mais um ponto de discussão da gestão de Trump.

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