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Primeiro voo do Aero L-159T2

A Aero Vodochody realizou o primeiro voo do treinador a jato L-159T2 de dois lugares em 1º de agosto. O voo de 30 minutos foi conduzido pelos pilotos de testes da empresa Vladimír Kvarda e David Jahoda.
Poder Aéreo

A Força Aérea Tcheca encomendou três exemplares em 2016, que devem ser entregues até o final deste ano. As aeronaves L-159 são operadas pelas forças aéreas tcheca e iraquiana, pela empresa americana Draken International e, no passado, foram alugadas pela Força Aérea Húngara para treinamento de pilotos.

Estas novas aeronaves de assento duplo T2 têm uma fuselagem central e dianteira recém-construída e apresentam várias melhorias significativas, principalmente em equipamentos de cockpit e sistema de combustível, e são totalmente compatíveis com o NVG. Cada cockpit é equipado com duas telas multifuncionais e um assento de ejeção VS-20 atualizado. A aeronave também pode oferecer uma capacidade de reabastecimento sob pressão. O radar GRIFO, já em uso na versão de um único assento, a…

Erdogan e Putin chamam de 'erro' a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram nesta quinta-feira (10) as perspectivas do acordo nuclear do Irã com a retirada dos Estados Unidos do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA).


Sputnik

As informações são de uma fonte da administração de Erdogan que falou à Sputnik com exclusividade.


Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan em Ancara
Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Sergey Guneev

"Hoje nosso presidente Tayyip Erdogan teve uma conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin. Eles discutiram a decisão dos EUA de deixar o acordo nuclear com o Irã", disse a fonte à Sputnik.

"Ambos os líderes, ressaltando a falácia desta decisão, enfatizaram que o JCPOA é um sucesso diplomático que deve ser protegido", concluiu a fonte.

Donald Trump anunciou ainda na terça-feira (9) que os EUA deixariam o acordo. A notícia foi recebida com pessimismo pela comunidade internacional, incluindo de parceiros como França, Reino Unido e Alemanha.

A decisão unilateral enterrou um esforço diplomático assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama, e tornou-se mais um ponto de discussão da gestão de Trump.

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