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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Erdogan e Putin chamam de 'erro' a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram nesta quinta-feira (10) as perspectivas do acordo nuclear do Irã com a retirada dos Estados Unidos do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA).


Sputnik

As informações são de uma fonte da administração de Erdogan que falou à Sputnik com exclusividade.


Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan em Ancara
Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Sergey Guneev

"Hoje nosso presidente Tayyip Erdogan teve uma conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin. Eles discutiram a decisão dos EUA de deixar o acordo nuclear com o Irã", disse a fonte à Sputnik.

"Ambos os líderes, ressaltando a falácia desta decisão, enfatizaram que o JCPOA é um sucesso diplomático que deve ser protegido", concluiu a fonte.

Donald Trump anunciou ainda na terça-feira (9) que os EUA deixariam o acordo. A notícia foi recebida com pessimismo pela comunidade internacional, incluindo de parceiros como França, Reino Unido e Alemanha.

A decisão unilateral enterrou um esforço diplomático assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama, e tornou-se mais um ponto de discussão da gestão de Trump.

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