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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Erdogan e Putin chamam de 'erro' a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram nesta quinta-feira (10) as perspectivas do acordo nuclear do Irã com a retirada dos Estados Unidos do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA).


Sputnik

As informações são de uma fonte da administração de Erdogan que falou à Sputnik com exclusividade.


Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan em Ancara
Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Sergey Guneev

"Hoje nosso presidente Tayyip Erdogan teve uma conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin. Eles discutiram a decisão dos EUA de deixar o acordo nuclear com o Irã", disse a fonte à Sputnik.

"Ambos os líderes, ressaltando a falácia desta decisão, enfatizaram que o JCPOA é um sucesso diplomático que deve ser protegido", concluiu a fonte.

Donald Trump anunciou ainda na terça-feira (9) que os EUA deixariam o acordo. A notícia foi recebida com pessimismo pela comunidade internacional, incluindo de parceiros como França, Reino Unido e Alemanha.

A decisão unilateral enterrou um esforço diplomático assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama, e tornou-se mais um ponto de discussão da gestão de Trump.

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