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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Erdogan e Putin chamam de 'erro' a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram nesta quinta-feira (10) as perspectivas do acordo nuclear do Irã com a retirada dos Estados Unidos do Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA).


Sputnik

As informações são de uma fonte da administração de Erdogan que falou à Sputnik com exclusividade.


Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan em Ancara
Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan © Sputnik / Sergey Guneev

"Hoje nosso presidente Tayyip Erdogan teve uma conversa telefônica com o líder russo Vladimir Putin. Eles discutiram a decisão dos EUA de deixar o acordo nuclear com o Irã", disse a fonte à Sputnik.

"Ambos os líderes, ressaltando a falácia desta decisão, enfatizaram que o JCPOA é um sucesso diplomático que deve ser protegido", concluiu a fonte.

Donald Trump anunciou ainda na terça-feira (9) que os EUA deixariam o acordo. A notícia foi recebida com pessimismo pela comunidade internacional, incluindo de parceiros como França, Reino Unido e Alemanha.

A decisão unilateral enterrou um esforço diplomático assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama, e tornou-se mais um ponto de discussão da gestão de Trump.

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