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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

EUA deveriam ficar no acordo nuclear iraniano, diz diplomata chinês

O enviado especial da China para assuntos do Oriente Médio, Gong Xiaosheng, disse que todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã devem manter o acordo e usar o diálogo e a negociação para resolver a disputa, informou a agência oficial chinesa Xinhua nesta quarta-feira (9).


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Segundo a Xinhua, Xiaosheng fez esta declaração após reunião com oficiais iranianos e afirmou que Pequim procura fortalecer a cooperação com todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã.


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
© REUTERS / Hyungwon Kang

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou os Estados Unidos do acordo nuclear internacional na terça-feira. A pacto diplomático foi costurado pelo então presidente Barack Obama e outras cincos potências mundiais (China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha). Em troca da suspensão de sanções contra sua economia, o Irã aceitou limitar seu programa nuclear a fins pacíficos.

Trump alega que Teerã não cumpre as regras do acordo e que Washington quer impedir que o país do Oriente Médio consiga uma bomba nuclear.

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