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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

EUA deveriam ficar no acordo nuclear iraniano, diz diplomata chinês

O enviado especial da China para assuntos do Oriente Médio, Gong Xiaosheng, disse que todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã devem manter o acordo e usar o diálogo e a negociação para resolver a disputa, informou a agência oficial chinesa Xinhua nesta quarta-feira (9).


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Segundo a Xinhua, Xiaosheng fez esta declaração após reunião com oficiais iranianos e afirmou que Pequim procura fortalecer a cooperação com todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã.


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
© REUTERS / Hyungwon Kang

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou os Estados Unidos do acordo nuclear internacional na terça-feira. A pacto diplomático foi costurado pelo então presidente Barack Obama e outras cincos potências mundiais (China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha). Em troca da suspensão de sanções contra sua economia, o Irã aceitou limitar seu programa nuclear a fins pacíficos.

Trump alega que Teerã não cumpre as regras do acordo e que Washington quer impedir que o país do Oriente Médio consiga uma bomba nuclear.

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