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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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EUA deveriam ficar no acordo nuclear iraniano, diz diplomata chinês

O enviado especial da China para assuntos do Oriente Médio, Gong Xiaosheng, disse que todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã devem manter o acordo e usar o diálogo e a negociação para resolver a disputa, informou a agência oficial chinesa Xinhua nesta quarta-feira (9).


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Segundo a Xinhua, Xiaosheng fez esta declaração após reunião com oficiais iranianos e afirmou que Pequim procura fortalecer a cooperação com todas as partes envolvidas no pacto nuclear do Irã.


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
© REUTERS / Hyungwon Kang

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou os Estados Unidos do acordo nuclear internacional na terça-feira. A pacto diplomático foi costurado pelo então presidente Barack Obama e outras cincos potências mundiais (China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha). Em troca da suspensão de sanções contra sua economia, o Irã aceitou limitar seu programa nuclear a fins pacíficos.

Trump alega que Teerã não cumpre as regras do acordo e que Washington quer impedir que o país do Oriente Médio consiga uma bomba nuclear.

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