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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

EUA e aliados continuarão trabalhando para impedir Irã de construir bomba nuclear, diz Mattis

Os Estados Unidos continuarão trabalhando com seus aliados para garantir que o Irã não construa uma arma nuclear, disse nesta quarta-feira o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, um dia após o presidente Donald Trump se retirar do acordo nuclear internacional com Teerã.


Por Idrees Ali e Phil Stewart | 
Reuters

WASHINGTON - “Continuaremos trabalhando ao lado de nossos aliados e parceiros para garantir que o Irã nunca possa adquirir uma arma nuclear e trabalharemos com outras pessoas para lidar com o alcance da influência maligna do Irã”, disse Mattis em audiência num comitê do Senado dos EUA.


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Jim Mattis | Reprodução

“Esta administração continua comprometida em colocar a segurança, os interesses e o bem-estar dos nossos cidadãos em primeiro lugar”, disse Mattis.

Na véspera, Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã, aumentando o risco de conflito no Oriente Médio, desapontando os aliados europeus e lançando incertezas sobre o fornecimento global de petróleo.

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