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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

EUA e Turquia se enfrentam pela capital do Curdistão sírio

Washington e Ancara estão levando a cabo intensas negociações em torno de Manbij, a capital do Curdistão sírio, comunicou à Sputnik Turquia o comandante da Divisão Sultan Murad, Ahmed Osman.


Sputnik

Esta unidade faz parte do Exército Livre da Síria, que participou junto com as forças turcas da Operação Ramo de Oliveira contra as formações curdas em Afrin.


Soldado norte-americano em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Tropas norte-americana na Síria © AP Photo / Hussein Malla

"Pretendemos assumir o controle desta cidade sem recorrer às forças armadas. No entanto, se não chegarmos a um acordo, a Turquia e o Exército Livre da Síria começarão uma nova operação militar", explicou, acrescentando que a oposição síria se encontra bem preparada para esta ofensiva.

Osman assegurou que "Manbij será tomada muito mais rápido do que Afrin", já que na capital do Curdistão sírio residem menos civis e curdos das Unidades de Proteção Popular (YPG, por suas iniciais em curdo), consideradas por Ancara como um grupo terrorista.

"O único problema é a presença dos norte-americanos em Manbij", frisou. É por isso que Ancara e os EUA precisam negociar sobre a questão, disse.

O comandante do Conselho Militar de Manbij, pertencente às Forças Democráticas da Síria (FDS) compostas por curdos, Mohamed Ebu Adil, também afirmou que Washington e Ancara estão de olho na capital do Curdistão.

"No momento, esses países não chegaram a nenhum acordo. Se assim fosse, os militares dos EUA não aumentariam sua presença na região. No momento, mantemos negociações regulares com os militares dos EUA. Eles afirmam que não pensam em abandonar Manbij. Da nossa parte, nós, como representantes do povo de Manbij, tampouco vamos nos afastar e defenderemos nossa cidade até o último suspiro em caso de um ataque", concluiu.

Turquia vem repetidamente acusando os EUA de violarem sua promessa de retirar os combatentes da YPG de Manbij, depois de as formações curdas terem libertado em junho de 2016 a cidade dos terroristas do Daesh (organização proibida na Rússia e em vários outros países).

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