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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

EUA e Turquia se enfrentam pela capital do Curdistão sírio

Washington e Ancara estão levando a cabo intensas negociações em torno de Manbij, a capital do Curdistão sírio, comunicou à Sputnik Turquia o comandante da Divisão Sultan Murad, Ahmed Osman.


Sputnik

Esta unidade faz parte do Exército Livre da Síria, que participou junto com as forças turcas da Operação Ramo de Oliveira contra as formações curdas em Afrin.


Soldado norte-americano em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Tropas norte-americana na Síria © AP Photo / Hussein Malla

"Pretendemos assumir o controle desta cidade sem recorrer às forças armadas. No entanto, se não chegarmos a um acordo, a Turquia e o Exército Livre da Síria começarão uma nova operação militar", explicou, acrescentando que a oposição síria se encontra bem preparada para esta ofensiva.

Osman assegurou que "Manbij será tomada muito mais rápido do que Afrin", já que na capital do Curdistão sírio residem menos civis e curdos das Unidades de Proteção Popular (YPG, por suas iniciais em curdo), consideradas por Ancara como um grupo terrorista.

"O único problema é a presença dos norte-americanos em Manbij", frisou. É por isso que Ancara e os EUA precisam negociar sobre a questão, disse.

O comandante do Conselho Militar de Manbij, pertencente às Forças Democráticas da Síria (FDS) compostas por curdos, Mohamed Ebu Adil, também afirmou que Washington e Ancara estão de olho na capital do Curdistão.

"No momento, esses países não chegaram a nenhum acordo. Se assim fosse, os militares dos EUA não aumentariam sua presença na região. No momento, mantemos negociações regulares com os militares dos EUA. Eles afirmam que não pensam em abandonar Manbij. Da nossa parte, nós, como representantes do povo de Manbij, tampouco vamos nos afastar e defenderemos nossa cidade até o último suspiro em caso de um ataque", concluiu.

Turquia vem repetidamente acusando os EUA de violarem sua promessa de retirar os combatentes da YPG de Manbij, depois de as formações curdas terem libertado em junho de 2016 a cidade dos terroristas do Daesh (organização proibida na Rússia e em vários outros países).

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