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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

EUA estão empurrando países do Oriente Médio para mais um conflito?

A especialista turca em questões do Oriente Médio, Hamide Yigit, contou em entrevista à Sputnik Turquia que os EUA, com seus aliados na Síria enfraquecidos, tentam mobilizar os restantes grupos terroristas dispersos, implementando uma política que empurra os países da região para mais um conflito.


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"A medida que as posições das forças ocidentais na Síria enfraquecem, eles tentam usar várias estratégias para se fixar na região. Como exemplo pode ser referida a última medida dos EUA, França e Reino Unido em relação à Síria, as suas tentativas de aumentar a presença no território sírio", ressaltou a analista.


Os mercenários norte-americanos
Mercenários norte-americanos © AP Photo / Hani Mohammed

Para ela, essa manifestação de força foi, antes de mais, dirigida contra o Irã e Rússia. Como se sabe, para desempenhar um papel decisivo na regularização do conflito sírio, é necessário ter posições fortes no campo de combate.

Em meio aos avanços das forças governamentais sírias, o Ocidente, em especial os EUA, tem que fazer algo para reforçar as suas posições. "Querem ter um grande trunfo nas mãos. E os seus passos contra o Irã podem ser classificados deste ponto de vista, já que Israel chama constantemente o Irã de principal e mais séria ameaça, com o apoio da Arábia Saudita e de outros países do Golfo Pérsico", frisou Hamide Yigit.

Ela notou que na agenda da região estamos observando a deslocação da ênfase do problema do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) para as tensões entre os EUA, com os seus aliados, e o Irã. "Antes, nas discussões das forças ocidentais e seus parceiros sobre a situação na região, o Daesh sempre foi classificado como ameaça principal, mas agora, em vez dele, no primeiro plano começa a estar ativamente o 'fator iraniano'".

Por exemplo, depois de o exército sírio tomar sob o seu controle várias zonas em Deir ez-Zor, Israel logo tomou medidas — segundo os dados existentes, foram atacadas as formações armadas iranianas no norte de Homs, o que é testemunho de uma agressão direta em relação a Teerã.

"Logo que as posições dos aliados ocidentais na Síria começam a enfraquecer, os EUA começam sua retórica predileta de incitar os países da região para mais um conflito militar, e Israel demonstra a força, usando a tática de ataques pontuais", precisou Hamide Yigit.

Ela indica que as fontes locais não descartam a possibilidade de uma operação de grande escala contra as forças governamentais sírias. "Nesta situação, os EUA não vão participar diretamente dos confrontos, vão sim tentar fazê-lo com ajuda dos restantes grupos radicais, aos quais vão prestar a assistência necessária, bem como com a ajuda das forças armadas dos países regionais, que irão sofrer perdas reais no caso de confrontos encarniçados", disse a especialista.

Ao concluir, ela enfatizou que acabarão por ser os países da região a pagar por tudo, em especial a população local.

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