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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

EUA oferecem doação de equipamentos militares ao Exército Brasileiro

Os Estados Unidos fizeram uma proposta para doar ao Exército Brasileiro 120 obuseiros rebocados M198 155 mm, 200 veículos blindados de comando M577A2 e seis veículos blindados de recuperação M88A1 (ARV).


Sputnik

Em nota enviada à Sputnik Brasil, o Exército Brasileiro confirmou que os Estados Unidos ofereceram o material, mas que uma equipe brasileira vai aos EUA para verificar as condições dos materiais.

Resultado de imagem para blindados de comando M577A2
O Exército Brasileiro vai receber veículos blindados do US Army do tipo M577A2 de comando e controle | Reprodução

"A referida visita irá determinar se o Exército Brasileiro irá receber a doação total, parcial ou se não receberá nenhum material", escreveram.

O jornalista Pedro Paulo Rezende, especialista em assuntos militares, disse que os equipamentos oferecidos são antigos, mas podem ser úteis para o Brasil dependendo das condições que estejam encontrados.

"Não são materiais de ponta, o material que nós estamos recebendo tecnologicamente é da guerra do Vietnã, mas eles têm validade e funcionam", disse.

Caso o Brasil aceite, ele só será obrigado a pagar pelo custo de embarque e manuseio dos equipamentos.

Rezende disse que esse tipo de prática é comum entre os dois países.

"Nosso exército já recebeu material desse tipo e para nós foi um grande avanço, nossa artilharia estava extremamente ultrapassada. Por meio do FMS (Foreign Military Sales), nós compramos equipamentos mais pesados, de maior alcance e transformamos esse material em um material quase novo", explicou.

A previsão, segundo o Exército Brasileiro, é de que esses materiais sejam avaliados já em junho deste ano.

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