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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Europeus tentam salvar acordo nuclear com Irã após saída dos EUA

Países europeus se empenhavam nesta quarta-feira em tentar salvar o acordo nuclear internacional com o Irã depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou seu país do pacto histórico, e Teerã expressou desprezo pelo líder norte-americano.


Por Yara Bayoumy e Brian Love | 
Reuters

WASHINGTON/PARIS - “O acordo não está morto. Existe uma saída norte-americana do acordo, mas o acordo ainda está de pé”, disse o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian.


Resultado de imagem para Trump apresenta documento oficializando intenção de retirar EUA do acordo nuclear com o Irã
Trump apresenta documento oficializando intenção de retirar EUA do acordo nuclear com o Irã | Jonathan Ernst - REUTERS

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, que sempre foi relutante em seu apoio ao acordo e continuava desconfiado de Washington, acusou Trump de mentir, dizendo: “Senhor Trump, digo a você em nome do povo iraniano: você cometeu um erro”.

O presidente da França, Emmanuel Macron, deve conversar mais tarde nesta quarta-feira com o presidente iraniano, Hassan Rouhani, informou Le Drian. Teerã também sinalizou sua disposição para conversar.

Trump anunciou na terça-feira que vai retomar sanções econômicas contra o Irã para minar o que classificou como “um acordo horrível e unilateral que nunca, nunca deveria ter sido feito”.

O pacto de 2015, negociado pelos EUA, cinco potências mundiais e o Irã, suspendeu sanções impostas a Teerã em troca da limitação de seu programa nuclear. Fruto de mais de uma década de diplomacia, o entendimento foi concebido para impedir os iranianos de obterem uma bomba nuclear.

Trump criticou o acordo, a principal conquista de política externa de seu antecessor Barack Obama, pelo fato de não abordar a questão dos mísseis balísticos do Irã, suas atividades nucleares depois de 2025 e seu papel nos conflitos da Síria e do Iêmen.

A decisão eleva o risco de um aprofundamento nos conflitos no Oriente Médio, cria atrito entre os EUA e interesses diplomáticos e empresariais europeus e provoca incerteza a respeito dos suprimentos globais de petróleo. Os preços do petróleo subiram mais de 2 por cento nesta quarta-feira, e o Brent teve sua maior alta em três anos e meio.

A saída dos EUA ainda pode fortalecer a linha-dura do regime iraniano à custa dos reformistas de sua arena política.

Le Drian disse que o Irã está honrando seus compromissos com o pacto.

“A região merece mais do que uma nova desestabilização provocada pela retirada americana. Por isso queremos aderir a ele e levar o Irã a fazê-lo também, fazer com que o Irã se comporte com moderação”, disse ele à rádio francesa RTL.

A União Europeia disse que continuará comprometida com o acordo e que fará com que as sanções impostas ao regime continuem suspensas contanto que Teerã cumpra seus compromissos.

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