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Primeiro voo do Aero L-159T2

A Aero Vodochody realizou o primeiro voo do treinador a jato L-159T2 de dois lugares em 1º de agosto. O voo de 30 minutos foi conduzido pelos pilotos de testes da empresa Vladimír Kvarda e David Jahoda.
Poder Aéreo

A Força Aérea Tcheca encomendou três exemplares em 2016, que devem ser entregues até o final deste ano. As aeronaves L-159 são operadas pelas forças aéreas tcheca e iraquiana, pela empresa americana Draken International e, no passado, foram alugadas pela Força Aérea Húngara para treinamento de pilotos.

Estas novas aeronaves de assento duplo T2 têm uma fuselagem central e dianteira recém-construída e apresentam várias melhorias significativas, principalmente em equipamentos de cockpit e sistema de combustível, e são totalmente compatíveis com o NVG. Cada cockpit é equipado com duas telas multifuncionais e um assento de ejeção VS-20 atualizado. A aeronave também pode oferecer uma capacidade de reabastecimento sob pressão. O radar GRIFO, já em uso na versão de um único assento, a…

Exército brasileiro pode ter participado de chacina que matou 8, diz Human Rights Watch

Após ouvir testemunhas e examinar depoimentos de policiais presentes na cena do crime, a ONG Human Rights Watch afirmou nesta sexta-feira (11) que há indícios de que membros do Exército participaram da Chacina do Salgueiro, em São Gonçalo, Rio de Janeiro, que deixou oito mortos em 11 de novembro de 2017.


Sputnik

Seis meses após o incidente, ninguém foi punido. 


Exército faz operação na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro.
Operação do Exército no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro © Foto : Tomaz Silva/Agência Brasil

A ONG afirma que as testemunhas e os depoimentos apontam que as roupas e os equipamentos dos assassinos correspondem aos dos homens do Exército que chegaram ao local minutos depois.

Um dos sobreviventes contou que homens atiraram de uma mata da região em direção a uma via pública do Complexo do Salgueiro. Os assassinos vestiam preto, tinham o rosto coberto, usavam luvas, lanternas em seus capacetes, e carregavam rifles equipados com lanternas e visão a laser, contou o sobrevivente.

O Comando Militar do Leste reconheceu ao jornal Extra que usou helicópteros em 7 de novembro de 2017 para transportar militares para zonas de mata no Complexo do Salgueiro.

As testemunhas também afirmam que integrantes da Polícia Civil e do Exército que foram ao local não prestaram socorro aos feridos e dificultaram as atividades quem tentou resgatá-los. A legislação brasileira prevê prisão para quem deixar de socorrer uma pessoa ferida caso esta vítima venha a falecer.

O laudo de um perito criminal obtido pela Human Rights Watch afirmou que os corpos haviam sido removidos e que a cena do crime não havia sido preservada.


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