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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Exército israelense mata três militantes de Gaza após frustrar bomba na fronteira

Um bombardeio israelense matou três membros do grupo militante palestino Jihad Islâmica na Faixa de Gaza no domingo, disseram autoridades médicas, após semanas de protestos na fronteira, que têm gerado uma resposta letal das forças militares.


Reuters
GAZA - Os militares de Israel confirmaram o ataque, dizendo que o alvo era um posto de observação, em resposta a uma bomba que foi colocada ao lado da cerca da fronteira durante a noite. Vídeo divulgado pelo Twitter do Exército mostrou a bomba sendo detonada com segurança.

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Mulher chora a morte de um palestino de 28 anos que morreu durante um bombardeio a um posto de observação, na faixa de Gaza | Said Khatib/AFP

A Jihad Islâmica opera com certa independência do Hamas, o grupo islâmico que controla Gaza desde 2007 e travou três guerras contra Israel.

As hostilidades na fronteira aumentaram desde que os palestinos iniciaram manifestações em massa em 30 de março, que Israel considera serem cobertura para tentativas de romper a cerca da fronteira.

Pelo menos 115 palestinos foram mortos e milhares feridos pelos tiros disparados pelas forças israelentes contra os manifestantes, provocando censura estrangeira.

Os organizadores disseram que vão intensificar as manifestações na terça-feira com uma flotilha de barcos partindo de Gaza em uma tentativa de romper o bloqueio marítimo de Israel ao enclave.

“Gaza tornou-se uma prisão grande e isolada, privada de direitos mínimos, por causa do cerco injustificado de Israel”, disseram eles em um comunicado, referindo-se às repressões de Israel e do vizinho Egito.

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