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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Filipinas e EUA iniciam manobras militares anuais

Filipinas e Estados Unidos iniciaram nesta segunda-feira as suas principais manobras militares anuais, que acontecem em um momento de relativa tensão na região após ser revelado que a China enviou mísseis de cruzeiro ao arquipélago Spratly, em Mar da China Meridional e cuja soberania é disputada por seis governos.


EFE

Manila - Os exercícios, conhecidos como "Balikatan", contam com a participação de 5.000 soldados filipinos e 3.000 americanos que farão operações de "defesa mútua, antiterrorismo e resposta humanitária e de desastres", relatou à Agência Efe o porta-voz das Forças Armadas das Filipinas, Restituto Padilla.


EFE/EPA/MARK R. CRISTINO
EFE/EPA/MARK R. CRISTINO

A 34ª edição das manobras conjuntas, às quais também se somarão alguns soldados de Austrália e Japão, começou com uma cerimônia na base de Campo Consoada, em Cidade Quezon, ao norte de Manila.

O "Balikatan" incluirá fogo real e simulações de operações antiterroristas urbanas para recriar situações como a rebelião que no ano passado grupos afins ao Estado Islâmico realizaram na cidade de Marawi, no sul do país, onde se prolongaram os combates durante cinco meses e com resultado de mais de mil mortos.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, prometeu após chegar ao poder em junho de 2016 que suspenderia as manobras militares conjuntas com os EUA, embora finalmente só tenha reduzido o número de tropas (5.300 soldados em 2017 em relação aos 11.000 do ano anterior).

A edição deste ano acontece em um momento de relativa tensão no Mar da China Meridional, onde Brunei, China, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã reivindicam a soberania das ilhas Spratly, um grupo de cerca de cem recifes e ilhotas, a maioria despovoada, rica em jazidas de gás e petróleo, além de área de pesca.

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