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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Filipinas e EUA iniciam manobras militares anuais

Filipinas e Estados Unidos iniciaram nesta segunda-feira as suas principais manobras militares anuais, que acontecem em um momento de relativa tensão na região após ser revelado que a China enviou mísseis de cruzeiro ao arquipélago Spratly, em Mar da China Meridional e cuja soberania é disputada por seis governos.


EFE

Manila - Os exercícios, conhecidos como "Balikatan", contam com a participação de 5.000 soldados filipinos e 3.000 americanos que farão operações de "defesa mútua, antiterrorismo e resposta humanitária e de desastres", relatou à Agência Efe o porta-voz das Forças Armadas das Filipinas, Restituto Padilla.


EFE/EPA/MARK R. CRISTINO
EFE/EPA/MARK R. CRISTINO

A 34ª edição das manobras conjuntas, às quais também se somarão alguns soldados de Austrália e Japão, começou com uma cerimônia na base de Campo Consoada, em Cidade Quezon, ao norte de Manila.

O "Balikatan" incluirá fogo real e simulações de operações antiterroristas urbanas para recriar situações como a rebelião que no ano passado grupos afins ao Estado Islâmico realizaram na cidade de Marawi, no sul do país, onde se prolongaram os combates durante cinco meses e com resultado de mais de mil mortos.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, prometeu após chegar ao poder em junho de 2016 que suspenderia as manobras militares conjuntas com os EUA, embora finalmente só tenha reduzido o número de tropas (5.300 soldados em 2017 em relação aos 11.000 do ano anterior).

A edição deste ano acontece em um momento de relativa tensão no Mar da China Meridional, onde Brunei, China, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã reivindicam a soberania das ilhas Spratly, um grupo de cerca de cem recifes e ilhotas, a maioria despovoada, rica em jazidas de gás e petróleo, além de área de pesca.

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