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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Filipinas e EUA iniciam manobras militares anuais

Filipinas e Estados Unidos iniciaram nesta segunda-feira as suas principais manobras militares anuais, que acontecem em um momento de relativa tensão na região após ser revelado que a China enviou mísseis de cruzeiro ao arquipélago Spratly, em Mar da China Meridional e cuja soberania é disputada por seis governos.


EFE

Manila - Os exercícios, conhecidos como "Balikatan", contam com a participação de 5.000 soldados filipinos e 3.000 americanos que farão operações de "defesa mútua, antiterrorismo e resposta humanitária e de desastres", relatou à Agência Efe o porta-voz das Forças Armadas das Filipinas, Restituto Padilla.


EFE/EPA/MARK R. CRISTINO
EFE/EPA/MARK R. CRISTINO

A 34ª edição das manobras conjuntas, às quais também se somarão alguns soldados de Austrália e Japão, começou com uma cerimônia na base de Campo Consoada, em Cidade Quezon, ao norte de Manila.

O "Balikatan" incluirá fogo real e simulações de operações antiterroristas urbanas para recriar situações como a rebelião que no ano passado grupos afins ao Estado Islâmico realizaram na cidade de Marawi, no sul do país, onde se prolongaram os combates durante cinco meses e com resultado de mais de mil mortos.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, prometeu após chegar ao poder em junho de 2016 que suspenderia as manobras militares conjuntas com os EUA, embora finalmente só tenha reduzido o número de tropas (5.300 soldados em 2017 em relação aos 11.000 do ano anterior).

A edição deste ano acontece em um momento de relativa tensão no Mar da China Meridional, onde Brunei, China, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã reivindicam a soberania das ilhas Spratly, um grupo de cerca de cem recifes e ilhotas, a maioria despovoada, rica em jazidas de gás e petróleo, além de área de pesca.

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