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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Fonte: OTAN está preocupada com potencial da frota russa

Na OTAN, em primeiro lugar, nos EUA estão preocupados com potencial em crescimento das frotas russas do Norte e do Mar Negro, informou à Sputnik uma fonte político-militar em Bruxelas.


Sputnik

"A primeira [Frota do Norte] dá à Rússia acesso à parte norte da região do Atlântico, e a segunda [Frota do Mar Negro] ao Mediterrâneo", explicou o interlocutor da Sputnik.


Submarino nuclear Karelia no cais da base da Frota do Norte da Marinha da Rússia, na cidade de Gadzhievo.
Submarino nuclear russo Karelia © Sputnik / Mikhail Fomichev

Como informado anteriormente, os submarinistas russos passaram a sair a mares e oceanos mais frequentemente em 2017 em comparação ao período entre 2015 e 2016. Espera-se que em 2018 a frota submarina russa participe de cerca de 500 manobras.

O complexo industrial-militar russo cria sistema oceânico multifuncional, que inclui submarinos nucleares com aparelhos autopropulsados que podem se mover nas profundezas a altas velocidades para atingir alvos inimigos.

As principais direções do desenvolvimento da Marinha russa correspondem à construção de submarinos de 4ª geração e a projetos de submarinos de 5ª geração.

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