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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível


Juan Carlos Sanz | El País

Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

Um caça israelense F-35, em manobras em dezembro de 2016.
Um caça israelense F-35, em manobras em dezembro de 2016 | ARIEL SCHALIT (AP)

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação de combate sob suas ordens – desta vez sem a ajuda dos novos F-35 – havia lançado ataques contra 20 alvos na Síria.

“Dispararam mais de 100 foguetes terra-ar contra nossos caças e tivemos que destruir suas baterias antiaéreas”, disse o general israelense.

“Continuamos mantendo a liberdade de ação na região”, disse o general Norkin, “para impedir o rearmamento do Hezbollah [milícia xiita libanesa] e do Irã, para nos afirmarmos militarmente na Síria”. “Interviemos da forma habitual”, revelou ele, “sem ultrapassar o limiar de um conflito bélico.”
100 milhões de dólares por avião

Construído pela Lockheed Martin, o F-35 começou a voar em 2006. Israel já recebeu nove aeronaves do total de 50 (ampliável para 75) pedido à empresa aeronáutica dos EUA. A força aérea israelense foi a primeira a ser equipada com esse caça furtivo depois da norte-americana.

Seu preço elevado – em torno dos 100 milhões de dólares (360 milhões de reais) – foi criticado pelo republicano Donald Trump ao chegar à Casa Branca. O Pentágono, no entanto, manteve o programa de compras do ultramoderno avião de combate. Analistas militares citados pela BBC acreditam que seus recursos de invisibilidade ao radar podem ter comprometido a capacidade de combate aéreo.

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