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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

FOTOS de satélite mostram supostas consequências de ataque israelense contra Síria

A empresa israelense ImageSat International (ISI, por sigla em inglês) publicou imagens recebidas via satélite que mostram as supostas consequências dos ataques à Síria.


Sputnik

O governo de Israel afirma que se trata de instalações militares iranianas ligadas aos ataques às Colinas de Golã. No entanto, resta ainda confirmar a autenticidade das imagens.

Síria: consequências do ataque israelense contra o Aeroporto Internacional de Damasco

Apesar de a ImageSat International ter preparado seus relatórios baseando-se em suposto material gráfico, essa empresa já forneceu informações falsas no passado.

Previamente, a Força Aérea de Israel publicou fotos tiradas do ar das instalações iranianas atacadas, ao que se seguem agora fotos de satélite. De acordo com o relatório preliminar que acompanha as imagens, é possível observar os danos causados ao Aeroporto Internacional de Damasco, onde um armazém de 30 por 15 metros de tamanho foi destruído. Também o quartel-general das forças armadas iranianas em Damasco, apelidada por analistas israelenses como "Casa de Vidro", foi alegadamente evacuada.


Ao mesmo tempo, os 60 mísseis lançados pelas forças militares israelenses tinham como alvo as instalações de inteligência, logística e armazéns de armas, bem como um complexo militar e outros alvos na zona de segurança que separa a Síria de Israel.

Entretanto, de acordo com fontes militares sírias, a maioria dos mísseis lançados por Israel no ataque de 10 de maio foi abatida pela defesa antiaérea síria. Essa informação foi confirmada pelo Ministério da Defesa da Rússia.


O ataque de mísseis lançado por Tel Aviv contra supostas instalações militares do Irã na Síria foi a "resposta" aos 20 mísseis lançados contra as Colinas de Golã — um território sírio atualmente ocupado pelas forças armadas israelenses.

O Irã tem negado repetidamente a presença de suas tropas na Síria e afirmou que não esteve envolvido nos ataques contra Israel, mas admitiu ter enviado seus conselheiros militares para ajudarem o governo sírio no combate aos terroristas.

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