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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

General diz que não há risco de militares brasileiros cometerem erros

O secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos Cruz, disse hoje (27) que as Forças Armadas estão preparadas para atuar na desobstrução de rodovias e que não há chance de os militares cometerem erros.


Por Andreia Verdélio | Agência Brasil

“Nosso pessoal é muito bem preparado, o prestígio que o Exército e as Forças Armadas têm são construídos pelo bom-senso, pela habilidade. Não existe o mínimo risco de se cometer qualquer erro, qualquer coisa fora de lei”, disse.

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Secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos Cruz | Reprodução

General da reserva do Exército, Cruz conversou com a imprensa ao chegar, nesta manhã, no Palácio do Planalto para participar da reunião do gabinete de crise que monitora a paralisação dos caminhoneiros. A manifestação entra hoje (27) no sétimo dia e tem causado desabastecimento de combustíveis e alimentos em vários locais do país.

O general disse ainda que a Força Nacional não está atuando diretamente em operações nas rodovias porque tem um efetivo pequeno. “A Força Nacional está distribuída [em outras operações], não temos efetivo em reserva”, disse. “É um contingente pequeno, não é um contingente que possa influir decisivamente em qualquer ação”.

Hoje, a Força Nacional está com 1,2 mil homens, atuando em 16 operações em 11 estados, como no combate ao roubo de cargas no Rio de Janeiro e no apoio a equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai) no Pará e da Polícia Federal na fonteira com o Paraguai. Um pequeno efetivo foi enviado para Minas Gerais para auxiliar especificamente nessa operação nas rodovias e, se houver necessidade, outros poderão ser deslocados para outros locais.

Sobre as reivindicações dos caminhoneiros autônomos, Cruz disse que são interesses naturais de categorias que estão pressionadas pela sua necessidade. “Espero que se chegue a uma conclusão, são coisas que precisamos regularizar para o bem-estar de todo mundo. Não é uma questão de ver o certo ou errado, mas de regularizar”, disse.

A reunião do gabinete de crise teve início antes das 10h. O presidente Michel Temer chegou há pouco no Palácio do Planalto para participar das discussões.

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