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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

General norte-americano diz que Rússia 'entende somente a força'

A OTAN precisa demonstrar unidade na confrontação com a Rússia, um país que "entende somente a força", afirmou o ex-comandante das tropas terrestres dos EUA na Europa, tenente-general Frederick "Ben" Hodges.


Sputnik

"A Rússia é um grande país com uma grande história e grandes pessoas, mas eles [russos] respeitam somente a força. Caso nossa aliança não demonstre unidade, nós estaremos encorajando sua agressão", afirmou Hodges em entrevista ao canal polonês TVN24.


Soldados da OTAN no tanque alemão Leopard 2 participam dos exercícios da Aliança, Lituânia (foto de arquivo)
Tropa da OTAN em um tanque Leopard 2 © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

De acordo com o general, Moscou visa minar os princípios da União Europeia e da OTAN para persuadir os integrantes da aliança da incapacidade da organização para os proteger.

"Isso significa que estamos lidando com guerra híbrida, desinformação, ameaça nuclear e ataques ciberterroristas", afirmou.

O general acrescentou que a Rússia considera a proteção de seus cidadãos no exterior como sua obrigação. Segundo Hodges, isso pode servir como pretexto para uma intervenção rápida nos países do Báltico ou na Polônia.

"Como é que podemos impedir a Rússia de fazer um erro tão grande? A aliança está tentando aumentar a velocidade de sua reação. Aquilo que a Polônia está empreendendo no âmbito da modernização, aumentará nossas capacidades […] Nós devemos demonstrar à Rússia que somos capazes de nos movermos de forma tão rápida como eles", concluiu.

No final de abril, em Bruxelas, no decorrer da reunião dos chanceleres dos países da OTAN, os integrantes da aliança reafirmaram que seguirão uma política de contenção da Rússia. De acordo com o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, para a OTAN é importante reagir a novos desafios, tal como no caso Skripal.

Enquanto isso, Moscou vem desmentindo seu envolvimento no envenenamento do ex-espião russo que ocorreu no início de março. Além disso, a Rússia expressou repetidamente sua prontidão para colaborar com a Aliança Atlântica no âmbito do Conselho OTAN-Rússia.

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