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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

General norte-americano diz que Rússia 'entende somente a força'

A OTAN precisa demonstrar unidade na confrontação com a Rússia, um país que "entende somente a força", afirmou o ex-comandante das tropas terrestres dos EUA na Europa, tenente-general Frederick "Ben" Hodges.


Sputnik

"A Rússia é um grande país com uma grande história e grandes pessoas, mas eles [russos] respeitam somente a força. Caso nossa aliança não demonstre unidade, nós estaremos encorajando sua agressão", afirmou Hodges em entrevista ao canal polonês TVN24.


Soldados da OTAN no tanque alemão Leopard 2 participam dos exercícios da Aliança, Lituânia (foto de arquivo)
Tropa da OTAN em um tanque Leopard 2 © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

De acordo com o general, Moscou visa minar os princípios da União Europeia e da OTAN para persuadir os integrantes da aliança da incapacidade da organização para os proteger.

"Isso significa que estamos lidando com guerra híbrida, desinformação, ameaça nuclear e ataques ciberterroristas", afirmou.

O general acrescentou que a Rússia considera a proteção de seus cidadãos no exterior como sua obrigação. Segundo Hodges, isso pode servir como pretexto para uma intervenção rápida nos países do Báltico ou na Polônia.

"Como é que podemos impedir a Rússia de fazer um erro tão grande? A aliança está tentando aumentar a velocidade de sua reação. Aquilo que a Polônia está empreendendo no âmbito da modernização, aumentará nossas capacidades […] Nós devemos demonstrar à Rússia que somos capazes de nos movermos de forma tão rápida como eles", concluiu.

No final de abril, em Bruxelas, no decorrer da reunião dos chanceleres dos países da OTAN, os integrantes da aliança reafirmaram que seguirão uma política de contenção da Rússia. De acordo com o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, para a OTAN é importante reagir a novos desafios, tal como no caso Skripal.

Enquanto isso, Moscou vem desmentindo seu envolvimento no envenenamento do ex-espião russo que ocorreu no início de março. Além disso, a Rússia expressou repetidamente sua prontidão para colaborar com a Aliança Atlântica no âmbito do Conselho OTAN-Rússia.

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