Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

General norte-americano diz que Rússia 'entende somente a força'

A OTAN precisa demonstrar unidade na confrontação com a Rússia, um país que "entende somente a força", afirmou o ex-comandante das tropas terrestres dos EUA na Europa, tenente-general Frederick "Ben" Hodges.


Sputnik

"A Rússia é um grande país com uma grande história e grandes pessoas, mas eles [russos] respeitam somente a força. Caso nossa aliança não demonstre unidade, nós estaremos encorajando sua agressão", afirmou Hodges em entrevista ao canal polonês TVN24.


Soldados da OTAN no tanque alemão Leopard 2 participam dos exercícios da Aliança, Lituânia (foto de arquivo)
Tropa da OTAN em um tanque Leopard 2 © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

De acordo com o general, Moscou visa minar os princípios da União Europeia e da OTAN para persuadir os integrantes da aliança da incapacidade da organização para os proteger.

"Isso significa que estamos lidando com guerra híbrida, desinformação, ameaça nuclear e ataques ciberterroristas", afirmou.

O general acrescentou que a Rússia considera a proteção de seus cidadãos no exterior como sua obrigação. Segundo Hodges, isso pode servir como pretexto para uma intervenção rápida nos países do Báltico ou na Polônia.

"Como é que podemos impedir a Rússia de fazer um erro tão grande? A aliança está tentando aumentar a velocidade de sua reação. Aquilo que a Polônia está empreendendo no âmbito da modernização, aumentará nossas capacidades […] Nós devemos demonstrar à Rússia que somos capazes de nos movermos de forma tão rápida como eles", concluiu.

No final de abril, em Bruxelas, no decorrer da reunião dos chanceleres dos países da OTAN, os integrantes da aliança reafirmaram que seguirão uma política de contenção da Rússia. De acordo com o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, para a OTAN é importante reagir a novos desafios, tal como no caso Skripal.

Enquanto isso, Moscou vem desmentindo seu envolvimento no envenenamento do ex-espião russo que ocorreu no início de março. Além disso, a Rússia expressou repetidamente sua prontidão para colaborar com a Aliança Atlântica no âmbito do Conselho OTAN-Rússia.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas