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Jornal alemão iguala Bundeswehr à 'armazém de peças de reposição'

Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha) está em profunda crise, enfrentando uma grave falta de investimento, noticia o Suddeutsche Zeitung.
Sputnik

Segundo o jornal, 20% dos candidatos a cargos oficiais abandonam o serviço nos primeiros seis meses e a seleção de 8.500 voluntários previstos no plano para o serviço militar vem enfrentando mais e mais dificuldades com o passar dos anos.

Na lista dos problemas, a maior preocupação corresponde ao financiamento do exército alemão. Segundo a publicação, o orçamento da defesa para 2018, no valor de 38,5 bilhões de euros (R$ 170,9 bilhões) parece suficiente apenas à primeira vista — o exército não tem dinheiro suficiente. Metade do orçamento é usada para suprir as necessidades dos oficiais, uns 18% são destinados aos custos operacionais e apenas 13% do orçamento é investido nas compras de defesa.

Em particular, a publicação observa uma redução acentuada no número de tanques de 4.500 no final da Guerra Fria para 225 unidades. O dinheiro investido é…

Ghasemi nega acordo com a UE para conter a influência regional do Irã

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano disse que as recentes conversas entre Irã e E4 em Roma visam alcançar uma solução política para a crise do Iêmen e que os dois lados não fizeram nenhum novo acordo para conter a influência regional do Irã.


Pars Today

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Bahram Ghasemi, fez as declarações em sua coletiva de imprensa semanal na segunda-feira em resposta a uma pergunta sobre as tentativas de Trump de conter a influência regional do Irã.


Ghasemi nega acordo com a UE para conter a influência regional do Irã
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Bahram Ghasemi | Reprodução

"Nossas conversas se concentraram em maneiras de enviar ajuda humanitária ao povo iemenita", disse Ghasemi em referência a uma recente reunião do Irã-E4 realizada em Roma. "Estamos fazendo esforços para aliviar o sofrimento do povo iemenita e esperamos que os países responsáveis pela terrível situação no Iêmen permitam que a ajuda humanitária atinja essas pessoas oprimidas durante o mês sagrado do Ramadã".

Ele ressaltou que se Trump decidisse sair do acordo, a resposta do Irã seria "dolorosa" para os EUA e causaria muito arrependimento ao lado americano.

"Washington pagará um preço alto pela saída do acordo nuclear", disse ele. "Isso tornará o mundo ainda mais desconfiado dos EUA."

"O Irã não será o primeiro país a violar o JCPOA e, quando o acordo deixar de ser lucrativo para a nação iraniana, tomaremos as decisões necessárias", acrescentou.

Sobre a iniciativa de Marrocos de cortar relações diplomáticas com o Irã, Ghasemi disse que a decisão foi mais provavelmente influenciada pelo regime israelense e outros países hostis. Ele disse que a ação do Marrocos foi um flagrante erro estratégico, que não seria o primeiro a repassar o Irã desde a Revolução Islâmica.

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