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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Governo apresenta plano para Exército colaborar com as PMs em treinamento, logística e inteligência

Plano foi anunciado pelos ministros da Segurança Pública, Raul Jungmann, e da Defesa, general Silva e Luna. Iniciativa vai valer para todos os estados


Por Ana Paula Andreolla | TV Globo, Brasília


O governo assinou na manhã desta quarta-feira (2) um plano que prevê a colaboração do Exército com as polícias militares de todos os estados nas áreas de logística, inteligência e treinamento. O plano foi assinado pelos ministros da Segurança Pública, Raul Jungmann, e da Defesa, general Silva e Luna.

Resultado de imagem para Plano do governo integra Exército e Segurança Pública
Raul Jungmann | Reprodução

No total, o plano, que já pode ser implemntado a partir desta quarta, data da assinatuta, prevê 30 iniciativas de colaboração. Na maioria delas, o Exército deverá colocar à disposição das PMs pessoal, equipamentos e ajuda para auxiliar os estados a elaborar um planejamento na área de segurança pública.

Os homens do Exército não farão patrulhamento nas ruas nem atuarão no policiamento ostenstivo. O plano também prevê um investimento de R$ 5 milhões.

Segundo o ministério da Segurança Pública, o Exército já acompanha e fiscaliza as polícias militares há 51 anos. O que muda com a assinatura do plano é que agora, além de fiscalizar, o Exército passa a levar conhecimento, a fornecer treinamento aos policiais militares e a doar equipamentos, como coletes à prova de bala e capacetes. As armas, de uso exclusivo do Exército, não serão doadas.

"O treinamento e a formação do Exército Brasileiro são reconhecidos como um dos melhores do mundo", enfatizou o ministro da segurança pública. "Disponibilizar toda a vasta gama de recursos do Exército Brasileiro para apoiar e fortalecer as PMs está dentro de uma das principais conquistas da nossa gestão, porque isso vai melhorar na prática [...] a qualificação das nossas PMs", completou Jungmann.

Segundo o ministro, a integração será feita conforme as necessidades de cada estado. O Exército vai ser reunir com as PMs para elaborar um diagnóstico e ver como podem ajudar cada estado dentro da suas necessidades, de acordo com o que prevê o plano. "Isso vai contribuir principalmente no combate ao crime organizado", explicou Jungmann.

Ainda de acordo com o ministro o convênio vai permitir que seja elaborado um ranking das polícias e identificar em que pontos cada uma delas pode melhorar.

“Nós vamos poder ter um ranking do desempenho das nossas polícias, e a partir daí vamos poder discutir porque algumas estão melhores e outras nem tanto, e como nós podemos auxiliar aquelas que não estão tendo o desempenho que seria esperado”, acrescentou o ministro.

Intervenção

Após apresentar o plano de integração, Jungmann foi questionado se há uma tendência no país de ações como a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Para ele, a iniciativa no Rio é "pontual".

“Não, não existe isso [tendência de intervenção]. Isso é pontual. No caso do Rio, diante da crise que estava lá, as forças locais não davam conta de enfrentar o crime, daí a necessidade de intervenção pela primeira vez desde a Carta de 88", disse.

Ele afirmou ainda que o plano anunciado nesta quarta não significa que o Exército vai substituir as polícias.

"O que nós estamos fazendo aqui, como o nome diz, é apoiar e fortalecer. Não é assumir e nem substituir as polícias, mas dar a elas melhores condições de enfrentamento do crime organizado e redução da violência, colocando à disposição o conhecimento do Exército Brasileiro, cuja formação está dentro das melhores do mundo”.

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